"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

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segunda-feira, 15 de março de 2021

14 países contra AstraZeneca

 Espanha, França, Alemanha e Itália suspenderam a vacina da AstraZeneca. Já são 14 países europeus

EMA, OMS e AstraZeneca dizem que não há causalidade entre toma da vacina e casos de coagulação no sangue que levaram à morte de duas pessoas na Áustria e Dinamarca.

O número de países europeus que suspenderam a toma da vacina da AstraZeneca subiu para 14. Tudo começou com a suspensão na Áustria, devido à morte de uma enfermeira e o registo de sintomas graves noutra, depois de ambas terem sido vacinadas com o fármaco anglo-sueco. A Agência Europeia do Medicamento (EMA, em inglês), Organização Mundial de Saúde (OMS) e a própria farmacêutica defendem uso da vacina.

A Agência Federal de Segurança Sanitária (BASG) austríaca decidiu, por precaução, retirar um lote da vacina da AstraZeneca depois de uma enfermeira, de 49 anos, ter morrido 10 dias depois de ter tomado o fármaco por problemas de coagulação do sangue. Também outra enfermeira, de 35, sofreu uma embolia pulmonar depois de ter sido vacinada e foi parar aos cuidados intensivos. Ainda assim, a própria agência sublinhou que não foi estabelecida uma relação causal entre o ocorrido e a vacina, mas que iriam aguardar por uma investigação completa.

Depois da Áustria, Estónia, Lituânia, Luxemburgo, Letónia, Itália, Noruega, Islândia e Dinamarca suspenderam também a toma deste fármaco. A Dinamarca foi um dos países onde ocorreu um caso grave. O uso do fármaco foi suspenso depois de uma mulher de 60 anos, vacinada com um fármaco do mesmo lote em causa, ter formado coágulos sanguíneos e morrido pouco depois.

No fim de semana foi a vez da Irlanda suspender o uso da vacina e, esta segunda-feira, os Países Baixos, a Alemanha, França e Espanha anunciaram o mesmo. As autoridades holandesas reportaram 10 incidentes após a administração da vacina da AstraZeneca e decidiram suspender o seu uso até 29 de março, enquanto o regulador alemão, citado pela Bloomberg (acesso pago/conteúdo em inglês) justifica a decisão como medida de “precaução”. Paris, por sua vez, opta por aguardar que a EMA se pronuncie sobre o assunto na terça-feira. (...)

FONTE

mas porque será que há lunáticos e extremistas que ainda duvidam da "ciência" e vão em teorias da conspiração?? mistério incompreensível este...é tudo tão credível que só mesmo loucos podem duvidar e pôr isto em causa.






segunda-feira, 8 de março de 2021

quarta-feira, 3 de março de 2021

bébés de 3 meses são racistas

Is your baby racist?

According to the Arizona Department of Education, even three-month-old kids hold racial prejudices.









https://www.spiked-online.com/2021/03/03/is-your-baby-racist/










que chatice...é lidar e meter rolhas.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

sábado, 13 de junho de 2020

e os privilegiados somos nós...









































...não são os outros, que podem usufruir de todas estas contribuições Arianas.
http://hyperborea-land.blogspot.com/2016/01/arianos-na-base-de-97-do-avanco_18.html

domingo, 24 de maio de 2020

negacionismo racial

Actualmente, existe a falsa noção de que todas as raças são iguais e de que qualquer diferença entre elas é uma “construção social”.
  • “Os primeiros a desafiar o conceito de raça em bases empíricas foram os antropólogos Franz Boas, que forneceram evidências de plasticidade fenotípica devido a factores ambientais, e Ashley Montagu , que contou com evidências da genética.”(1)
  • “Franz Boas nasceu em 9 de julho de 1858, em Minden, Vestfália, filho de Sophie Meyer e Meier Boas. Embora os seus avós fossem judeus observadores, os seus pais adoptaram os valores do Iluminismo, incluindo a sua assimilação na sociedade alemã moderna.”(2)
  • “Montagu começou a vida como Israel Ehrenberg, nascido em 28 de junho de 1905, em Londres, Inglaterra . Ele cresceu no East End de Londres. Ele lembrava-se de ter sido frequentemente submetido a abuso anti-semita quando se aventurou fora do seu próprio bairro judeu.”(3)
Os judeus são a origem do negacionismo racial. Como a judia Barbara Spectre já declarou, os judeus terão um papel fundamental em promover o multiculturalismo. O fantoche judaico Richard Kalergi declarou que “o homem do futuro será de raça mista”.
Ao  mesmo tempo em que os judeus promovem o multiculturalismo, a religião judaica proíbe que eles se casem fora da sua raça. Pois, como já foi comprovado, os judeus são uma raça(4).
Qualquer um que observe as claras diferenças físicas entre os povos, assim como as diferenças culturais irá entender que as raças são reais, algo que a genética já comprovou!
“A classificação dos seres humanos em cinco raças continentais é perfeitamente razoável e é apoiada por estudos de agrupamento de genomas. Além disso, a classificação nas três principais raças africana, asiática e europeia é apoiada pela antropologia física dos tipos de crânio humano e dentição.” – Nicholas Wade

comentário: negacionismo racial, excepto para os judeus, claro.

créditos ao blog extremo-centro.

sábado, 23 de maio de 2020

segunda-feira, 23 de março de 2020

«raça humana»





























percebem? um critério para uns, e outro para outros, mesmo que a diferença entre as diferentes sub-espécies humanas seja maior.

sexta-feira, 6 de março de 2020

Do All Humans Have Equal Value?

Do All Humans Have Equal Value?

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

a falácia do «meio-termo»



























é lógico que há "meios-termos" que estão certos e "extremos" que estão errados. o que se pretende é apenas negar o dogma abstracto segundo o qual todos os "extremos" são "fanáticos" e errados, e que a virtude reside sempre no "meio-termo", o que não poderia ser mais rídiculo e errado.

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

impostos sobre nada



quarta-feira, 25 de setembro de 2019

a fraude do clima

















FONTE

pelo menos nos moldes descritos são, de certeza, uma fraude...



domingo, 4 de agosto de 2019

sexta-feira, 21 de julho de 2017

domingo, 30 de abril de 2017

Sardinha e a «ciência àrabe»

Fala-se muitas vezes duma ciência e duma filosofia árabe – observa ele; na realidade, durante um século ou dois na Idade Média, os árabes foram os nossos mestres, mas só enquanto não conhecemos os originais gregos. A ciência e a filosofia árabe nunca deixaram de ser uma mesquinha tradução da ciência e da filosofia grega. Desde que a Grécia autêntica despertou, essas míseras traduções ficaram sem sentido e não foi sem razão que os filólogos do Renascimento iniciaram contra elas uma verdadeira cruzada. De resto, olhando de perto, essa ciência não tinha nada de árabe. O seu fundo é puramente grego, e entre os que a criaram não se aponta um único semita. Eram espanhóis e persas, escrevendo o árabe. O papel filosófico dos judeus na Idade Média é também o de simples intérpretes. A filosofia hebraica desta época é a filosofia árabe sem modificações. Uma página de Roger Bacon encerra mais espírito científico do que toda essa ciência em segunda mão, respeitável, sem dúvida, como um anel de tradição, mas despida de grande originalidade. 

– António Sardinha  «Na Feira dos Mitos.»

terça-feira, 18 de abril de 2017

Darwin e as várias raças


"As várias raças, quando cuidadosamente comparadas e medidas, diferem muito entre si - como na textura do cabelo, nas proporções relativas de todas as partes do corpo, na capacidade dos pulmões, na forma e capacidade do crânio e mesmo nas circunvoluções do cérebro. Mas seria uma tarefa sem fim especificar os numerosos pontos de diferença. As raças diferem também na constituição, na aclimatação e no risco a certas doenças. As suas características mentais são igualmente muito distintas; principalmente como pode parecer na sua emoção, mas em parte nas suas faculdades intelectuais."

- Charles Darwin, The Descent of Man

quarta-feira, 30 de março de 2016

afinal loiras são mais inteligentes

Afinal, as loiras são as mais inteligentes

Acabaram-se as piadas e as teorias preconceituosas. A ciência tem agora a certeza de que a loiras são as mais inteligentes.

De anedotas a filmes, passando por piadas, mitos e teorias que ultrapassam fronteiras, as loiras sempre foram tidas como as menos inteligentes, mas sabe-se agora que, afinal, ‘o burro sou eu’.

Jay Zagorsky, da Universidade de Ohio, analisou uma série de dados acerca das mulheres e traçou uma linha – bastante clara, por sinal – que une os fios de cabelo loiros e a inteligência. Segundo este professor, as loiras são mesmo as mais inteligentes quando comparadas com outras mulheres, lê-se no estudo.

Entre as caucasianas (o único grupo estudado, uma vez que a grande maioria das loiras tem pele branca), as mulheres que nasceram com os fios loiros apresentaram melhores pontuações no quociente de inteligência (QI) do que aquelas que têm o cabelo castanho, preto ou branco.

Mais concretamente, as loiras apresentaram um QI médio de 103.2, enquanto as mulheres de cabelo castanho tiveram 102.7, as de cabelo branco 101.2 e as de cabelo negro 100.5.

Contudo, no caso dos homens, o QI mostrou-se mais elevado entre os que tinham o cabelo castanho (104.4), seguindo-se, então, os loiros (103.9).

A conclusão surgiu depois do investigador ter combinado os dados da Pesquisa Nacional Longitudinal da Juventude dos Estados Unidos com as entrevistas e testes realizados ao longo dos anos de investigação.

FONTE

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Arianos na base de 97% do avanço científico

Europeans and North Americans are responsible for 97 percent of scientific accomplishment