"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

quando a escumalha se une...

 20 detidos em luta contra baile de organização neonazi 

Vinte pessoas detidas e nove feridos é o balanço dos protestos sexta-feira à noite em Viena durante o baile anual da associação estudantil WKR ligada a grupos neonazis, e no qual participaram líderes ultra europeus.
Os detidos são acusados de provocar incêndios e danos materiais durante os protestos, segundo o serviço de imprensa da Polícia austríaca.
A manifestação foi convocada por partidos políticos como Os Verdes e o Social-Democrata, sindicatos, Organizações não-governamentais, e ainda grupos religiosos católicos, protestantes e judaicos, sob o lema "Contra o extremismo das Direitas e o baile da WKR".
Segundo a mesma fonte, citada pela Efe, os feridos são ligeiros, sendo seis agentes policiais e três participantes no baile.
Os manifestantes bloquearam o acesso aos autocarros que transportavam os participantes no baile, tendo alguns que ser escoltados pela Polícia.
Segundo a Polícia, cerca de 2.500 pessoas participaram na concentração contra o baile, uma cifra que segundo os organizadores se eleva a 10.000.

FONTE


que lindo...a escumalha toda unida, toda junta e cheia de ódio. judeus, cristãos, comunistas, social-democratas, ONG's e até sindicatos!  todos juntos. são ou não são iguaizinhos?
o mais engraçado é que depois os «nazis» é que têm fama de violentos. o mais irónico é que é esta mesma escumalha que acusa os outros de «ódio». e mais: é esta escumalha que passa a vida a gritar pela democracia e pela liberdade, mas que se espumam todos de ódio com a simples ideia de um baile onde participam simpatizantes nacional-socialistas.
belo conceito de liberdade têem estes democratas...

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

plano genocida contra americanos

"We must realize that our party's most powerful weapon is racial tensions. By propounding into the consciousness of the dark races that for centuries they have been oppressed by whites, we can mold them to the program of the Communist Party. In America we will aim for subtle victory. While inflaming the Negro minority against the whites, we will endeavor to instill in the whites a guilt complex for their exploitation of the Negros. We will aid the Negroes to rise in prominence in every walk of life, in the professions and in the world of sports and entertainment.With this prestige, the Negro will be able to intermarry with the whites and begin a process which will deliver America to our cause."
Israel Cohen, A Racial Program for the Twentieth Century, 1912. Also in the Congressional Record, Vol. 103, p. 8559, June 7, 1957

"Devemos compreender que a arma mais poderosa do nosso partido são as tensões raciais. Ao propôr a tomada de consciência das raças escuras que, há séculos, têm sido oprimidas por brancos, nós podemos moldá-las ao programa do Partido Comunista. Na América nós tentaremos uma vitória subtil. Enquanto inflamamos a minoria Negra contra os brancos, nós trabalharemos para incutir nos brancos um complexo de culpa pela sua exploração dos Negros. Nós ajudaremos os Negros a ascender em cada passo da vida, nas profissões e no mundo do desporto e entretenimento. Com este prestígio, o Negro poderá casar-se com brancas e começar um processo que entregará a América à nossa causa."
Israel Cohen, A Racial Program for the Twentieth Century, 1912. Também no Congressional Record, Vol. 103, p. 8559, 7 Junho, 1957

nota: para oscépticos que, naturalmente, duvidarem das afirmações supra-citadas ou que suponham tratar-se de meros boatos, aqui vai a prova de que é mesmo realidade   

clicar em cima para aumentar

nessa página (8559) do Congressional Record, a afirmação está logo na primeira das 3 colunas e no terceiro parágrafo. é só aumentar e ler...

domingo, 29 de janeiro de 2012

Hitler sobre o marxismo

“O estado alemão está a ser gravemente atacado pelo marxismo.”

“Nos anos 1913 e 1914 expressei a convicção de que a questão do futuro da nação alemã dependia da destruição do marxismo.”

“Os marxistas marcharão com a democracia até que sejam bem-sucedidos em obter indirectamente, para os seus propósitos criminosos, o apoio até mesmo do mundo intelectual nacional, destinado por eles à extinção.”

“O marxismo em si planeia sistematicamente entregar o mundo nas mãos dos judeus.”

“Quando reconheci o judeu como líder da democracia social, as escamas caíram-me dos olhos.”

“A doutrina judaica do marxismo rejeita o princípio aristocrático da natureza e substitui-o pelo eterno privilégio do poder e da força da massa dos números, e do seu peso morto.”

“A principal plataforma do programa do nazismo é abolir o conceito liberalista de indivíduo e o conceito marxista de humanidade e substituí-lo pelo de comunidade nacional, enraizada no solo e unida pelos seus laços de sangue.”


FONTE: Mein Kampf

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

compósitos faciais da Europa



























FONTE: Dienekes

compósitos criados pela média de 10 a 24 atletas de cada país Europeu do mapa.

diferenças entre NS e fascismo

tirado da seguinte Fonte:

É o Nacional-Socialismo Fascista?

Há umha grande desinformaçom quando a questom do Fascismo, e a causa disso é que a maioria das pessoas que falam sobre o assunto nom tem a mínima ideia sobre o que ele realmente trata. O termo é frequentemente utilizado para definir os movimentos europeus de carácter nacionalista e anti-comunista, principalmente os da primeira metade do século XX.

Na verdade, o termo “fascismo” parece nom ter umha explicaçom única, já que as pessoas o utilizam para o que elas bem entendem, seja para catalogar movimentos nacionalistas ou para qualquer vertente política da qual sejam contrários, de maneira pejorativa.

O Nacional-Socialismo é quase sempre relacionado ao movimento fascista dos anos 20 e, também por muitos, considerado como uma “ideologia fascista”. Costuma-se dizer que o N-S é umha vertente do movimento de Mussolini, ou que de alguma forma fora influenciado por este, ou mesmo que seja um Fascismo com os princípios raciais aplicados. Todas as falsas afirmaçons som resultado de difamaçom e especulaçom.

O Nacional-Socialismo tem origem no Fascismo? NOM

Tanto o Partido Fascista como o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemans (NSDAP) datam do ano 1919. Assim sendo, os dous movimentos surgiram na mesma época, havendo pouco, senom nenhum, contacto entre eles. O motivo de haver certas semelhanças é simplesmente por terem nascido num contexto histórico fértil para grupos nacionalistas e anti-comunistas.

Enquanto o Nacional-Socialismo surgiu da formaçom dumha visom do mundo, o Fascismo surgiu como um movimento anti-ideológico, possuía como base apenas o sindicalismo pós-marxista. Apareceu como um regime de circunstância, umha reacçom ao avanço comunista e anarquista na Itália.

O Fascismo nom apresentava umha doutrina concreta como o Nacional-Socialismo, apenas um plano contra-revolucionário em relaçom aos movimentos vermelhos. No seu manifesto nom havia nenhum ponto ou qualquer traço de inspiraçom doutrinária ou espiritual, apenas reivindicaçons políticas como: o voto feminino, reorganizaçom do sector de transportes, reduçom da idade mínima para aposentaçom, aboliçom do Senado, etc... Medidas quase nada revolucionárias se comparadas às do movimento Nacional-Socialista.

No ano de 1922, ocorre a Marcha sobre Roma, quando milhares de Camisas Negras conseguem colocar a Mussolini no poder. A 9 de Novembro de 1923, os Nacional-Socialistas tentam a mesma cousa em Munique, e falham, resultando em prisons em massa, inclusive do próprio Adolf Hitler. Se, de qualquer forma, o Fascismo inspirou o Nacional-Socialismo foi na ideia de um golpe de Estado e da formaçom de milícias paramilitares como os Camisas Negras e as SA, ideias com as que nunca triunfarom no povo. Isto nom incflui no plano ideológico.

Em 1920, Gottfried Feder e Adolf Hitler já tinham formulado os 25 pontos do NSDAP e, em 1925, o livro Mein Kampf fora publicado na Alemanha, enquanto Mussolini nom tinha nada além de um simples discurso nacionalista e anti-comunista. As realizaçons do Partido Fascista eram meramente políticas e administrativas, carecendo dumha doutrina ou dumha visom do mundo completa como o Nacional-Socialismo.

Entom, em 1932, aparece o termo “fascismo” na Enciclopédia Italiana, num espaço de 37 páginas cheio de fotos e ilustraçons. Fora essa a tentativa do Mussolini, dez anos depois de subir ao poder , de incluir um aspecto doutrinário e filosófico no seu movimento. Embora o texto seja assinado pelo Duce, sabe-se que fora escrito quase inteiramente por Giovanni Gentile. Este mesmo texto depois é publicado em formato de livro em 1935, dez anos após o lançamento de Mein Kampf.

Embora Hitler cultivasse umha amizade sincera por Mussolini durante anos, de maneira nenhuma se deixou levar pelas suas ideias, que eram quase apenas políticas e económicas, enquanto defendia umha visom de mundo completamente nova. Se Adolf Hitler admirava o Duce foi por ter liderado a Itália como o primeiro país europeu a combater ao comunismo, nunca pelas suas ideias.

É muito mais provável que a ideologia Nacional-Socialista tenha inspirado a tentativa Fascista para a criaçom dumha doutrina. Como por exemplo os Fascistas Irladeses, que sumando-lhe a sua consicência étnica e racial, bem podiam ser uns Nacional-Socialistas sem problemas.

A filosofia Fascista nunca apresentou qualquer carácter racial antes do contacto com o Nacional-Socialismo. Na realidade, as primeiras correntes Fascistas anti-sionistas só surgiram após 1938, cinco anos após a chegada de Hitler ao poder e dezasseis após Mussolini. O mais surpreendente é que havia umha quantidade razoável de Judeus no movimento Fascista e, muitas vezes, ocupando cargos importantes e, mesmo depois de 1938, pouquíssimos destes hebreus perderam as suas posiçons no Estado “italiano”.

O Estado Fascista declarou que os Judeus estrangeiros com mais de 65 anos, e que antes de 1938 contraíram matrimónio com italianos, a mesma miscigenaçom que os Nacional-Socialistas tentavam impedir , eram agora considerados italianos. Os Judeus nom se assimilam, criam um Estado dentro de outro e se conservam através da parasitagem de outros povos, nunca podem ser considerados como europeus. Apenas a visom meramente política e estatal do Fascismo e outras “democracias” actuais podem aceitar sionistas na sua pátria e ainda chamá-los de nacionais.












Os Blue Shirts (Fascistas Irlandeses), foi promovido pelo general O'Duffy, um inicial membro do IRA, lugar-tenente de Michel Collins e destituído do seu cargo militar por De Varela por pressons da facçom esquerdista do IRA que nom aceitavam as suas simpatias com Hitler. Aceitarom ajudar ao Franquismo pontualmente para combater o comunismo na guerra civil, mas nom para luitar em favor da "unidade" da suposta "naçom espanhola", pois como é lógico viam similitudes com a luita étnica das naçons hispânicas.


É Possível ser Fascista e Nacional-Socialista? Pode-se dar o caso, em certos estados que só colhem umha etnia, como a ilha de Irlanda, no que se dam casos fascistas com consciência étnica e racial, mas na práctica isso já seria mesmo Nacional-Socialismo, nom seriam mestura nenhuma como acontece nos estados espanhol, português, francês ou italiano.

“O Estado é um meio para um fim. A sua finalidade consiste na conservaçom e no progresso dumha colectividade sob o ponto de vista físico e espiritual”.
“O direito humano anula o direito do Estado”.
Adolf Hitler

Para o Nacional-Socialismo, o Estado é um meio de conservar a Raça, de melhorar o Homem, é um instrumento orgânico criado pelo Homem para o Homem. O Estado na concepçom Nacional-Socialista só existe enquanto o Povo o aceitar, pois ele existe para eles.

Som as raças humanas as que criam cultura, valores e civilizaçom. O Estado apenas os conserva e colabora no seu progresso. O Estado é a aplicaçom administrativa e política dumha série de valores desenvolvidos naturalmente durante o tempo pelo próprio Povo.

“Nada fora do Estado, nada contra o Estado, tudo para o Estado”.
Benito Mussolini

Para o Fascismo, o Estado é tudo. O Estado formula e pom em prática a vida do Homem. As necessidades individuais som suprimidas, enquanto a finalidade é SEMPRE o Estado. O Estado nom existe para o Homem, mas o Homem para o Estado. O Estado produz, o Estado cria a Naçom e as pessoas.

O Fascismo nunca acreditou numha Comunidade natural e orgânica, nom possuía a ideia do Sangue, ou mesmo de Povo, era apenas um modelo de Estado político num espaço geográfico demarcado por mapas.

Nesse aspeito o Fascismo nom difere muito das actuais “democracias”, que se constituem apenas como Estados políticos sem conservar a Raça e a Cultura e sem nenhuma moral ou valor. Assim como os governos europeus hoje aceitam imigrantes nom-europeus, o Estado Fascista também os aceitava e ainda os considerava como nacionais.

A concepçom Fascista de Estado é, por princípio, puramente política e administrativa. Assim sendo, totalmente anti-natural e, consequentemente, anti-Nacional-Socialista. A sua visom do mundo está em permanente conflito com a nossa, portanto nunca existiria um Estado que fosse simultaneamente Fascista e Nacional-Socialista.

É absolutamente impossível ser Fascista e Nacional-Socialista ao mesmo tempo por se tratarem de ideologias e doutrinas radicalmente contrárias em pontos essenciais. O Nacional-Socialismo apresenta umha visom de mundo fundamentada nas Leis Naturais e movida por nobre ideais onde a conservaçom e o progresso da Naçom é o objectivo da vida e, através do Estado, esta finalidade é alcançada. Enquanto para o Fascismo a Naçom nom é nada, o Estado é tudo e as pessoas nom passam de súbditos do governo.

Nada temos a ver com o movimento ou com a “doutrina” fascista. Um Nacional-Socialista é somente um Nacional-Socialista.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

a triste Suécia de hoje

Daniel Oliveira, o marrano

"Bem lhes podem fechar a porta. Eles entrarão pela janela. Felizmente tomarão conta das nossas cidades, como os portugueses que queriam viver melhor tomaram conta de Toronto, Joanesburgo ou Estugarda. E, se não fôssemos tão estupidamente arrogantes, até fariam qualquer coisa desta Europa aristocrata, falida e snobe. Se tivéssemos aprendido com a América, saberíamos que o futuro é dos melhores. E os melhores são os que partem. Espero que não se integrem na mediocridade nacional. Que venham muitos e façam disto um país."

Daniel Oliveira do B.E. ao "Expresso"






e quem é este Daniel Oliveira? será algum nativo português ou lusitano?

«Filho natural do poeta Herberto Hélder e de Isabel Figueiredo,»
FONTE


e quem é este Herberto Hélder? algum nativo português ou lusitano?

resumindo, Daniel Oliveira não é nativo de Portugal ou da Lusitânia, por isso mesmo é compreensível que considere todos os portugueses estúpidos, arrogantes, medíocres, maus e que queira ver o país cheio de estrangeiros que considera à partida bons, evoluídos, melhores, etc, etc
é, portanto, coerente e não pode ser considerado traidor a nada, pois só se trai aquilo a que se pertence e Oliveira não pertence ao país. pertence apenas à esquerda genocida e ao povo «eleito».