"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

diferenças entre NS e fascismo

tirado da seguinte Fonte:

É o Nacional-Socialismo Fascista?

Há umha grande desinformaçom quando a questom do Fascismo, e a causa disso é que a maioria das pessoas que falam sobre o assunto nom tem a mínima ideia sobre o que ele realmente trata. O termo é frequentemente utilizado para definir os movimentos europeus de carácter nacionalista e anti-comunista, principalmente os da primeira metade do século XX.

Na verdade, o termo “fascismo” parece nom ter umha explicaçom única, já que as pessoas o utilizam para o que elas bem entendem, seja para catalogar movimentos nacionalistas ou para qualquer vertente política da qual sejam contrários, de maneira pejorativa.

O Nacional-Socialismo é quase sempre relacionado ao movimento fascista dos anos 20 e, também por muitos, considerado como uma “ideologia fascista”. Costuma-se dizer que o N-S é umha vertente do movimento de Mussolini, ou que de alguma forma fora influenciado por este, ou mesmo que seja um Fascismo com os princípios raciais aplicados. Todas as falsas afirmaçons som resultado de difamaçom e especulaçom.

O Nacional-Socialismo tem origem no Fascismo? NOM

Tanto o Partido Fascista como o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemans (NSDAP) datam do ano 1919. Assim sendo, os dous movimentos surgiram na mesma época, havendo pouco, senom nenhum, contacto entre eles. O motivo de haver certas semelhanças é simplesmente por terem nascido num contexto histórico fértil para grupos nacionalistas e anti-comunistas.

Enquanto o Nacional-Socialismo surgiu da formaçom dumha visom do mundo, o Fascismo surgiu como um movimento anti-ideológico, possuía como base apenas o sindicalismo pós-marxista. Apareceu como um regime de circunstância, umha reacçom ao avanço comunista e anarquista na Itália.

O Fascismo nom apresentava umha doutrina concreta como o Nacional-Socialismo, apenas um plano contra-revolucionário em relaçom aos movimentos vermelhos. No seu manifesto nom havia nenhum ponto ou qualquer traço de inspiraçom doutrinária ou espiritual, apenas reivindicaçons políticas como: o voto feminino, reorganizaçom do sector de transportes, reduçom da idade mínima para aposentaçom, aboliçom do Senado, etc... Medidas quase nada revolucionárias se comparadas às do movimento Nacional-Socialista.

No ano de 1922, ocorre a Marcha sobre Roma, quando milhares de Camisas Negras conseguem colocar a Mussolini no poder. A 9 de Novembro de 1923, os Nacional-Socialistas tentam a mesma cousa em Munique, e falham, resultando em prisons em massa, inclusive do próprio Adolf Hitler. Se, de qualquer forma, o Fascismo inspirou o Nacional-Socialismo foi na ideia de um golpe de Estado e da formaçom de milícias paramilitares como os Camisas Negras e as SA, ideias com as que nunca triunfarom no povo. Isto nom incflui no plano ideológico.

Em 1920, Gottfried Feder e Adolf Hitler já tinham formulado os 25 pontos do NSDAP e, em 1925, o livro Mein Kampf fora publicado na Alemanha, enquanto Mussolini nom tinha nada além de um simples discurso nacionalista e anti-comunista. As realizaçons do Partido Fascista eram meramente políticas e administrativas, carecendo dumha doutrina ou dumha visom do mundo completa como o Nacional-Socialismo.

Entom, em 1932, aparece o termo “fascismo” na Enciclopédia Italiana, num espaço de 37 páginas cheio de fotos e ilustraçons. Fora essa a tentativa do Mussolini, dez anos depois de subir ao poder , de incluir um aspecto doutrinário e filosófico no seu movimento. Embora o texto seja assinado pelo Duce, sabe-se que fora escrito quase inteiramente por Giovanni Gentile. Este mesmo texto depois é publicado em formato de livro em 1935, dez anos após o lançamento de Mein Kampf.

Embora Hitler cultivasse umha amizade sincera por Mussolini durante anos, de maneira nenhuma se deixou levar pelas suas ideias, que eram quase apenas políticas e económicas, enquanto defendia umha visom de mundo completamente nova. Se Adolf Hitler admirava o Duce foi por ter liderado a Itália como o primeiro país europeu a combater ao comunismo, nunca pelas suas ideias.

É muito mais provável que a ideologia Nacional-Socialista tenha inspirado a tentativa Fascista para a criaçom dumha doutrina. Como por exemplo os Fascistas Irladeses, que sumando-lhe a sua consicência étnica e racial, bem podiam ser uns Nacional-Socialistas sem problemas.

A filosofia Fascista nunca apresentou qualquer carácter racial antes do contacto com o Nacional-Socialismo. Na realidade, as primeiras correntes Fascistas anti-sionistas só surgiram após 1938, cinco anos após a chegada de Hitler ao poder e dezasseis após Mussolini. O mais surpreendente é que havia umha quantidade razoável de Judeus no movimento Fascista e, muitas vezes, ocupando cargos importantes e, mesmo depois de 1938, pouquíssimos destes hebreus perderam as suas posiçons no Estado “italiano”.

O Estado Fascista declarou que os Judeus estrangeiros com mais de 65 anos, e que antes de 1938 contraíram matrimónio com italianos, a mesma miscigenaçom que os Nacional-Socialistas tentavam impedir , eram agora considerados italianos. Os Judeus nom se assimilam, criam um Estado dentro de outro e se conservam através da parasitagem de outros povos, nunca podem ser considerados como europeus. Apenas a visom meramente política e estatal do Fascismo e outras “democracias” actuais podem aceitar sionistas na sua pátria e ainda chamá-los de nacionais.












Os Blue Shirts (Fascistas Irlandeses), foi promovido pelo general O'Duffy, um inicial membro do IRA, lugar-tenente de Michel Collins e destituído do seu cargo militar por De Varela por pressons da facçom esquerdista do IRA que nom aceitavam as suas simpatias com Hitler. Aceitarom ajudar ao Franquismo pontualmente para combater o comunismo na guerra civil, mas nom para luitar em favor da "unidade" da suposta "naçom espanhola", pois como é lógico viam similitudes com a luita étnica das naçons hispânicas.


É Possível ser Fascista e Nacional-Socialista? Pode-se dar o caso, em certos estados que só colhem umha etnia, como a ilha de Irlanda, no que se dam casos fascistas com consciência étnica e racial, mas na práctica isso já seria mesmo Nacional-Socialismo, nom seriam mestura nenhuma como acontece nos estados espanhol, português, francês ou italiano.

“O Estado é um meio para um fim. A sua finalidade consiste na conservaçom e no progresso dumha colectividade sob o ponto de vista físico e espiritual”.
“O direito humano anula o direito do Estado”.
Adolf Hitler

Para o Nacional-Socialismo, o Estado é um meio de conservar a Raça, de melhorar o Homem, é um instrumento orgânico criado pelo Homem para o Homem. O Estado na concepçom Nacional-Socialista só existe enquanto o Povo o aceitar, pois ele existe para eles.

Som as raças humanas as que criam cultura, valores e civilizaçom. O Estado apenas os conserva e colabora no seu progresso. O Estado é a aplicaçom administrativa e política dumha série de valores desenvolvidos naturalmente durante o tempo pelo próprio Povo.

“Nada fora do Estado, nada contra o Estado, tudo para o Estado”.
Benito Mussolini

Para o Fascismo, o Estado é tudo. O Estado formula e pom em prática a vida do Homem. As necessidades individuais som suprimidas, enquanto a finalidade é SEMPRE o Estado. O Estado nom existe para o Homem, mas o Homem para o Estado. O Estado produz, o Estado cria a Naçom e as pessoas.

O Fascismo nunca acreditou numha Comunidade natural e orgânica, nom possuía a ideia do Sangue, ou mesmo de Povo, era apenas um modelo de Estado político num espaço geográfico demarcado por mapas.

Nesse aspeito o Fascismo nom difere muito das actuais “democracias”, que se constituem apenas como Estados políticos sem conservar a Raça e a Cultura e sem nenhuma moral ou valor. Assim como os governos europeus hoje aceitam imigrantes nom-europeus, o Estado Fascista também os aceitava e ainda os considerava como nacionais.

A concepçom Fascista de Estado é, por princípio, puramente política e administrativa. Assim sendo, totalmente anti-natural e, consequentemente, anti-Nacional-Socialista. A sua visom do mundo está em permanente conflito com a nossa, portanto nunca existiria um Estado que fosse simultaneamente Fascista e Nacional-Socialista.

É absolutamente impossível ser Fascista e Nacional-Socialista ao mesmo tempo por se tratarem de ideologias e doutrinas radicalmente contrárias em pontos essenciais. O Nacional-Socialismo apresenta umha visom de mundo fundamentada nas Leis Naturais e movida por nobre ideais onde a conservaçom e o progresso da Naçom é o objectivo da vida e, através do Estado, esta finalidade é alcançada. Enquanto para o Fascismo a Naçom nom é nada, o Estado é tudo e as pessoas nom passam de súbditos do governo.

Nada temos a ver com o movimento ou com a “doutrina” fascista. Um Nacional-Socialista é somente um Nacional-Socialista.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

a triste Suécia de hoje

Daniel Oliveira, o marrano

"Bem lhes podem fechar a porta. Eles entrarão pela janela. Felizmente tomarão conta das nossas cidades, como os portugueses que queriam viver melhor tomaram conta de Toronto, Joanesburgo ou Estugarda. E, se não fôssemos tão estupidamente arrogantes, até fariam qualquer coisa desta Europa aristocrata, falida e snobe. Se tivéssemos aprendido com a América, saberíamos que o futuro é dos melhores. E os melhores são os que partem. Espero que não se integrem na mediocridade nacional. Que venham muitos e façam disto um país."

Daniel Oliveira do B.E. ao "Expresso"






e quem é este Daniel Oliveira? será algum nativo português ou lusitano?

«Filho natural do poeta Herberto Hélder e de Isabel Figueiredo,»
FONTE


e quem é este Herberto Hélder? algum nativo português ou lusitano?

resumindo, Daniel Oliveira não é nativo de Portugal ou da Lusitânia, por isso mesmo é compreensível que considere todos os portugueses estúpidos, arrogantes, medíocres, maus e que queira ver o país cheio de estrangeiros que considera à partida bons, evoluídos, melhores, etc, etc
é, portanto, coerente e não pode ser considerado traidor a nada, pois só se trai aquilo a que se pertence e Oliveira não pertence ao país. pertence apenas à esquerda genocida e ao povo «eleito».

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

governo quer travar saída de imigrantes










Barreiras Duarte: Saída de imigrantes

O secretário de Estado Feliciano Barreiras Duarte anunciou que o Governo quer travar a saída de imigrantes e que vai alterar a Lei da Imigração.

FONTE

uma notícia fresquinha, que nem chega a ser notícia verdadeiramente, ou não soubéssemos já nós quem é este governozinho de «africanistas» fanáticos, que depois de apelar à saída dos indígenas do país, não contente com isso, vem agora querer impedir a saída dos imigrantes para os seus países de origem.  com (des)governos destes, de ideologia multicultural a roçar o religioso e o dogma de estado, então nem a crise poderá salvar o país de ficar atolado de estrangeiros e imigrantes do 3ºMundo.
prioridade absoluta para o estrangeiro, como manda a boa religião do multiculturalismo impregnada em todos os partidos do sistema, inclusive o CDS que também faz parte deste (des)governo e não se pode eximir de culpas, já que nada faz contra isto.  se este governo é a direita, nem quero ver a esquerda.
a única coisa que este governo tem de «direita», é ser a direita da esquerda. nada mais do que isso.

o anti-semitismo por um sionista










«Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito das suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os judeus, e não entre os seus antagonistas.»

– Bernard Lazare in Antisémitisme, son histoire et ses causes.



nota: além de judeu e sionista, Lazare era também um anarquista, pelo que é totalmente insuspeito a falar. diz coisas que muitos não-judeus insistem em negar, com a sua natural subserviência aos «eleitos», o que faz deles idiotas úteis, ao defenderem quem não presta e quem não os respeita sequer...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Estaline quis criar raça «homem-macaco»

Super Guerreiros «homem-macaco» de Estaline

por Russell Grigg  
O ditador Soviético José Estaline quis reconstruir o Exército Vermelho, em meados da década de 1920, com o estilo de tropa do Planeta dos Macacos, ao cruzar humanos com macacos. Isto, segundo um relatório no jornal «The Scotsman» a 20 de Dezembro de 2005. 

O relatório afirmava que Estaline ordenou ao cientista de topo Russo de criação de animais, Ilya Ilanov, que usasse as suas habilidades para produzir um super guerreiro. Estaline terá dito a Ivanov, ‘Eu quero um ser humano novo invencível, insensível à dor, resistente e indiferente à qualidade dos alimentos que consome.’
Em 1926, o Politburo em Moscovo passou este pedido de construir uma "máquina de guerra viva" para a Academia de Ciências , que comprometeu Ivanov e enviou-o para a Àfrica Ocidental, com muitos milhares de dólares para realizar experiências de fecundação de chimpanzés por meio de inseminação artificial. Na URSS, um centro foi criado na Geórgia, terra natal de Estaline, para os "macacos" serem criados. 

 As experiências de Ivanov em Àfrica foram um fracasso total. Outras experiências na Geórgia para usar o esperma dos macacos em voluntários humanos, também falharam.  Ivanov estava agora em desgraça. Devido ao seu dispendioso fracasso, foi condenado a cinco anos de prisão, comutados para cinco anos de exílio no Casaquistão, onde morreu em 1932, com 61 anos.
 Os autores do relatório acima não dão quaisquer outras referências para lá dos não-especificados "documentos secretos recentemente descobertos", "arquivos de Moscovo" e "jornais de Moscovo". Então, quanto há de verdade nisto?

para ler mais:
FONTE

mais um episódio que está aí para desmentir todos os crédulos que acham que a psicopatia e o delírio têm limites, no desbravar dos caminhos do absurdo e do obsceno. 
é conhecida a obsessão do comunismo em criar o 'homem-novo', de plasticina, moldável, sem sensações, pensamentos ou desejos, uma espécie de 'proletário-rôbot' ou até 'robocop' guerreiro.
Estaline e outros 'iluminados' demonstram ser de tal modo coerentes e firmes nos seus propósitos não-discriminatórios, que não vão de modas, e fomentam logo a miscigenação entre diferentes espécies de animais, de modo a produzir a sua tão amada hibridização e retrocesso evolutivo disgénico.
o mal de certas coerências é precisamente serem coerentes demais, e deixarem um lastro de destruição e de genocídio, concebido por mentes perigosas, insaciáveis, doentias e totalitárias.

wilders, lacaio sionista












"THE HAGUE, Netherlands — Outspoken Dutch lawmaker Geert Wilders called on the government Wednesday to apologize for the country’s “passive” response to the mass deportations of Jews by Nazi occupiers during World War II."

"HAIA, Países Baixos - O legislador holandês Geert Wilders pediu ao governo Holandês para pedir desculpas por o país ter sido passivo durante as deportações de judeus pelos ocupantes nazis durante a Segunda Guerra Mundial."

FONTE


 que o sujeito é um apoiante confesso de israel, penso que já todos o sabíamos. agora isto?  chegar ao cúmulo de querer pedir desculpas pelas deportações de judeus do seu próprio país?
- mas se foram os nazis que deportaram, o que é que o actual governo holandês tem a ver com isso?
- por acaso, esses judeus deportados não eram estrangeiros na Holanda, tanto como os muçulmanos?
- um partido que se diz contra a imigração acha mal deportar estrangeiros e ainda fomenta a culpa?
- será que o Partido da Liberdade é realmente contra a imigração ou apenas contra a islamização?