"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

sexta-feira, 11 de junho de 2010

territórios antropológicos da Europa











































AUTOR: Jan Czekanowski


nota: algumas regiões não apresentam apenas uma caracteristica antropológica, mas sim mistura entre mais de uma.
por exemplo, a Sicilia e o Sudoeste Ibérico (incluindo partes da Andaluzia) são mistura do elemento mediterrânico, com o "oriental". 
outro exemplo, a Lapónia (Norte da Escandinávia) mistura o elemento nórdico com o elemento lapónico (sami, de origem amarela)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

piores do que antes...

População cresceu devido a imigração, mortes foram superiores a nascimentos em 2009 - INE

Lisboa, 09 jun (Lusa) - A população residente em Portugal registou um ligeiro crescimento em 2009 devido à contribuição do saldo migratório positivo, já que o número de mortes foi superior aos nascimentos, tal como tinha acontecido em 2007, revelam indicadores demográficos hoje divulgados.

Em 2007, o número de mortes registadas em Portugal tinha sido superior aos nascimentos, o que aconteceu pela primeira vez em 90 anos, uma situação que se inverteu em 2008.

No ano passado, as estimativas do Instituto Nacional de Estatística (INE) apontam para um saldo negativo em 4945, mais acentuado do que a diferença de 1020 de dois anos antes.

FONTE 
 

conclusão a tirar: piorámos. 
temos mais população...e depois? 
houve mais mortes que nascimentos em 2009. e daí?
compensa alguma coisa tanta imigração só para ficarmos com mais população?
eu prefiro perder população. não estou interessado em quantidade, mas em qualidade.  Portugal e muitos outros países já sobreviveram com muito menos população do que hoje.  porque é que agora precisamos de mais e mais, e nunca podemos regredir ou perder população?
 
olhando para o aspecto económico, eu prefiro menos população, mas mais produtiva, que produza mais riqueza (coisa que a maioria dos imigrantes não faz) e que "gaste" menos. menos população também são menos bocas e menos subsidios. mais população, significa mais gente no desemprego, mais bocas para alimentar, mais gastos em subsidios....sobretudo porque esse "excesso" de gente, são imigrantes que muitas vezes nada fazem, e até "comem" da segurança social do país, etc, etc quando não são criminosos.
 
mas, sobretudo, eu prefiro poucos e bons (ou seja indigenas) do que muitos e maus (alienígenas)
 
resumindo: estamos piores que antes.  mas para "alguns" agora estamos melhores, porque gánhamos população. o objectivo deve ser a sobrelotação total do país, presumo...

terça-feira, 8 de junho de 2010

altura-cumpr. cranial na Europa























AUTOR: Bertil Lundman

segunda-feira, 7 de junho de 2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

já há dinheiro para isto?

"O ministro da Administração Interna admitiu hoje que Portugal poderá aumentar a quota anual que permite receber refugiados que necessitem de protecção internacional, actualmente com um limite de 30 pessoas."

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note-se que uma "pequena comparticipação" virá do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social fora os fundos do MAI...

nestas alturas, o que é feito da suposta "crise" tão badalada? não há dinheiro para nada, os impostos aumentam, os salários são uma miséria, tudo baixa...mas para "isto" já há dinheiro...

bem, afinal quando o ex-primeiro ministro Guterres vem dizer que "lamenta" a crise, se esta afectar a "obrigação moral" de receber refugiados, já nada me espanta.
depois de atrocidades destas, só me apetece é rir...para não ter que chorar.

enfim, é mais uma vergonha e um escândalo.

o património genético português
















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quarta-feira, 2 de junho de 2010

imigração tem que ser...mesmo em crise

 MAI: Crise aumenta dificuldades na imigração

O ministro da Administração Interna disse hoje que em situações de crise aumentam também as dificuldades relacionadas com a imigração, mas deve haver um maior esforço no sentido da integração destes estrangeiros tendo em vista a coesão social.

Rui Pereira falava aos jornalistas à margem do seminário "Direitos humanos e migrações: uma abordagem à protecção dos migrantes, refugiados e requerentes de asilo baseada nos direitos humanos", organizado pela Assembleia da República e pelo Ministério da Administração Interna, com a participação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

Quando questionado acerca das consequências dos problemas económicos para os imigrantes em Portugal, o ministro defendeu que "em situações de crise há maiores dificuldades, mas também deve haver um maior esforço no sentido da integração", que é uma condição da coesão social.

E salientou que Portugal vai continuar o esforço nesta área, até porque "tem uma tradição e uma história que o colocam numa posição privilegiada para compreender as migrações, o fenómeno dos imigrantes e dos refugiados políticos".

Portugal apresenta "uma ordem jurídica que está na vanguarda das legislações mais humanistas, mais equilibradas da Europa e do mundo", realçou Rui Pereira.

O ministro da Administração Interna referiu que Portugal tem uma política que se coaduna com a política da União Europeia (UE), integrando vertentes como regulação da imigração legal, que os Estados europeus devem articular entre si.

Combater "sem tréguas" a imigração ilegal e tráfico de pessoas, que são "fenómenos criminais gravíssimos", promover a integração dos imigrantes e procurar fazer uma gestão "eficiente das fronteiras", em articulação com entidades nacionais e europeias, foram outros pontos salientados pelo governante.

"É impossível hoje construir espaços fortaleza, a ideia de uma Europa fortaleza é uma ideia errada", disse Rui Pereira.

O director do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Manuel Palos, referiu aos jornalistas que o número de pedidos de asilo político tem se mantido estável nos últimos anos, em cerca de 200.
 
O número de pedidos de reinstalação tem vindo a apresentar uma subida e no ano passado foi de 30, no âmbito de um projecto internacional, a que Portugal aderiu.

Durante a sessão de abertura do seminário, foi lida uma mensagem do Alto Representante das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres, que salientou que seria "lamentável" que as crises económicas e financeiras pudessem afectar a "obrigação moral" de apoiar os refugiados.

Participaram na cerimónia o presidente da Comissão das Migrações, Refugiados e População da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, o presidente do Comité Europeu de Migrações e a directora da Divisão de Investigação e do Direito ao Desenvolvimento do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.


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ou seja, mais do mesmo de sempre:
apesar de toda a crise, voltam os apelos de sempre, em jeito de aviso à navegação (vão-se preparando), salientando a suposta "tradição de Portugal", sublinhando o suposto "dever" de integrar os estrangeiros, falando em "promoção" da integração dos imigrantes (promoção não é palavra minha, mas sim de Rui Pereira) e claro, voltam os chavões de sempre sobre a "impossibilidade" ou "inevitabilidade" disto e daquilo (pura lavagem cerebral), é a "impossibilidade" de construir fortalezas, logo vamos acolher toda a gente, é a "inevitabilidade" do multiculturalismo...já conhecemos essa K7 riscada de trás para a frente e vice-versa.
já agora, desde quando é que integrar imigrantes é "condição de coesão social" ?? a que "coesão social" se referirá este Rui Pereira?
 
por fim, finaliza com o palhaço Guterres que "lamenta" muito a crise, não tanto pela crise em si, mas pelo facto desta "poder" estorvar a (e apenas cito) "obrigação moral" de apoiar refugiados. este é o principal problema da crise. a crise, em si mesma, é preocupação secundária.