segunda-feira, 12 de outubro de 2009
distâncias entre ingleses, japoneses e nigerianos
tabela com as distâncias genéticas de ingleses, japoneses e nigerianos para outros povos.
como podem ver a diferença para os chimpanzés não é muito grande.
isso significa que mesmo "curtas distâncias" entre povos e raças, significam muito.
formação antropológica da Europa
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
identidade portuguesa
o historiador José Mattoso sobre a questão de saber se existiria hoje um país independente sem D. Afonso Henriques:"Essa é uma daquelas perguntas que qualquer historiador recusa responder com 'sim' ou 'não'. Acho que Portugal deve muito ao voluntarismo da personagem, que teve a sorte (ou a desgraça...) de contar com um adjuvante não menos voluntarioso e com qualidades complementares, que foi D. João Peculiar, arcebispo de Braga , como creio ter demonstrado na minha biografica de D. Afonso.»
Mas haveria uma identidade portuguesa anterior à fundação do Estado? Responde-nos o historiador:
«não acredito numa espécie de identidade portuguesa que viria a crescer desde o fundo dos séculos num processo que seria como uma espécie de necessidade histórica. Em história não há explicações teleológicas. Creio que a 'nacionalidade' tem um fundamento politico, isto é, é o Estado que precede a pátria e não o contrário. As formações nacionais resultam da conjugação progressiva de factores que vão criando situações favoráveis a esse processo até o tornar irreversivel. Creio ser exactamente isso que aconteceu em Portugal. Mas em 1139, 1143, ou em 1185, e , depois, em 1383, ainda se estava muito longe dessa irreversibilidade, Em várias conjunturas o destino poderia ter sido outro. Em Portugal essas encruzilhadas foram frequentes.»
Portugal era uma 'fatalidade'?
Outro problema, de que raramente ou nunca se fala, é o de apurar se os interesses separatistas do condado de Portugal relativamente ao Reino de Leão eram exclusivamente das classes nobres ou, pelo contrário, extensivos às camadas populares. Mattoso não crê que na Idade Média, e sobretudo no século XII, se possa falar de interesses separatistas das camadas populares. E explica: "O regime senhorial (ou feudal) torna impensável a atribuição de um papel histórico de carácter nacional às camadas populares. Quanto aos interesses separatistas das classes nobres, também não os filiaria numa espécie de patriotismo avant la lettre". Penso muito concretamente numa coligação de nobres aparentados entre si como reacção contra o protagonismo do conde de Trava junto de D. Teresa."
(....)
"Uma coisa é inegável: D. Afonso Henriques foi efectivamente o fundador de Portugal enquanto Estado. Curiosamente, foi também, de todos os governantes deste Estado - e em parte graças à sua extraordinária longevidade para a época (76 anos) -, aquele que exerceu as funções durante mais tempo: 57 anos, 45 dos quais com o titulo de rei. Nenhum monarca, presidente ou chefe o bateria."
Mas esse estado não correspondia de modo nenhum a um território dotado dos genes de independência. Nada distinguia os barões portucalenses dos galegos, os camponeses do Lima dos do Verdugo ou os burgueses de Braga dos de Santiago de Compostela. Em contrapartida, a nova entidade politica cresceu à custa de uma realidade que lhe era então alheia: os territórios de cultura àrabe.
Por acasos e vicissitudes de vária ordem, mas sobretudo por oposição politica ao poderoso vizinho Leonês, depois Castelhano e finalmente Espanhol, o pequeno Estado fundado por D. Afonso Henriques manteve-se coeso e dentro de fronteiras muito rigidas ao longo de quase 900 anos. Se há «milagres» nesta história, este é inegavelmente um deles."
Fonte: Visão (13 a 19 de Agosto de 2009)
terça-feira, 6 de outubro de 2009
ONU elogia Portugal
Nações Unidas elogiam Portugal
"A Organização das Nações Unidas (ONU) Portugal pela forma como o País acolhe os imigrantes. No relatório do Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD) sobre migrações, o organismo além de destacar Portugal avança com a estimativa de que em 2010 mais de 920 mil imigrantes trabalharão no País.
De acordo com a ONU, Portugal está na vanguarda do acolhimento a emigrantes e é dos países do mundo que 'melhor se soube adaptar à transformação da última década, transformando-se em pátria de acolhimento'.
Segundo os dados publicados, em 2005 mais de 763 mil imigrantes residiam e trabalhavam em Portugal. Em 2010 o número deverá ultrapassar os 920 mil."
FONTE
dentro de um ano a previsão é que existam 920 mil imigrantes em Portugal...quer dizer que em mais ou menos 5 anos esse número sobe quase 200 mil, e isto nem contabiliza ilegais, já naturalizados, etc, etc
em suma, o genocidio está em curso e não apenas o governo português, não apenas os xenófilos estão eufóricos, como a ONU não esconde a sua alegria e veio mesmo apelar ao fim das barreiras na imigração, com a maior das naturalidades. isto a pretexto de um certo estudo que só via vantagens na imigração e nada de desvantagens.
curiosamente, isso veio publicado no portal de um "certo partido" que nem vale a pena dizer o nome. é só "coincidências".
"A Organização das Nações Unidas (ONU) Portugal pela forma como o País acolhe os imigrantes. No relatório do Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD) sobre migrações, o organismo além de destacar Portugal avança com a estimativa de que em 2010 mais de 920 mil imigrantes trabalharão no País.
De acordo com a ONU, Portugal está na vanguarda do acolhimento a emigrantes e é dos países do mundo que 'melhor se soube adaptar à transformação da última década, transformando-se em pátria de acolhimento'.
Segundo os dados publicados, em 2005 mais de 763 mil imigrantes residiam e trabalhavam em Portugal. Em 2010 o número deverá ultrapassar os 920 mil."
FONTE
dentro de um ano a previsão é que existam 920 mil imigrantes em Portugal...quer dizer que em mais ou menos 5 anos esse número sobe quase 200 mil, e isto nem contabiliza ilegais, já naturalizados, etc, etc
em suma, o genocidio está em curso e não apenas o governo português, não apenas os xenófilos estão eufóricos, como a ONU não esconde a sua alegria e veio mesmo apelar ao fim das barreiras na imigração, com a maior das naturalidades. isto a pretexto de um certo estudo que só via vantagens na imigração e nada de desvantagens.
curiosamente, isso veio publicado no portal de um "certo partido" que nem vale a pena dizer o nome. é só "coincidências".
«só se mantém Estado social com imigrantes»

"Só se consegue manter o Estado social com imigrantes"
Isabel Medalho Pereira, investigadora do PNUD para o Índice de Desenv. Humano:
P: "Quais são as grandes mensagens deste relatório?"
R: "À partida são três. A primeira é que a imigração pode ter grande impacto no desenvolvimento humano para os migrantes e para as comunidades de origem e de destino. Estes ganhos não são só de rendimento, mas também em termos de educação, de saúde e de aspectos culturais. A terceira grande mensagem é que apesar deste potencial de ganhos, eles poderiam ser ainda maiores se existissem reformas da política de imigração e de desenvolvimento.
P: "As percepções sociais sobre a imigração são falsas, segundo o relatório. Em que medida?"
R: "Em termos de violência e de insegurança, por exemplo, é verdade que possam existir situações trágicas que condicionam a percepção que a sociedade tem, mas são casos pontuais, não se podem generalizar, e estão relacionados com problemas de integração. Em termos económicos também se pensa que o impacto possa ser negativo e não é. Os estudos indicam que ou não existe impacto, ou se o impacto existe ele é positivo. Um estudo da OCDE que diz que o aumento da população imigrante está associado ao aumento do PIB."
P: "A crise pode vir a agudizar sentimentos anti-imigração?"
R: "É importante perceber que esta crise não tem a ver com a imigração. Aliás, todos os estudos dizem que em alturas de crise os imigrantes são os mais vulneráveis. A crise cria uma oportunidade de repensar o papel das populações imigrantes."
P: "Isto porque vamos precisar de imigrantes para preencher o mercado de trabalho na Europa?"
R: "Exactamente. Prevê-se que nos próximos cinquenta anos haja uma fortíssima quebra na população activa e só se poderá manter o estado social na Europa com imigrantes"
FONTE
portanto...nada de novo a Oeste. continuam as farsas, a manipulação e a lavagem cerebral sem qualquer vergonha em fazer campanha pró-mestiçagem...logo, pró-genocidio.
sábado, 3 de outubro de 2009
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