quinta-feira, 9 de outubro de 2014
«português» mas pouco...
Fábio Poças, o pretoguês a combater pela fantochada do Isis.
e cheira-me que a tal Ângela também não deve ser muito portuguesa (cheira-me a ciganice...)
ébola aqui ao lado em Espanha
FONTE
é os benefícios do multiculturalismo, da imigração, das fronteiras escancaradas e das doenças terceiro-mundistas espalhadas deliberadamente pelos globalistas.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
genocídio branco
é ou não é surreal vermos escumalha invasora arrogante a ter o desplante de queimar bandeiras dos países que (infelizmente) os acolhem, e isto no seu próprio solo?
e se os brancos fossem para a Somália ou para a Aràbia queimar bandeiras desses países, será que ficariam inteiros para contar a história? o problema é todo esse. impunidade e permissividade, tudo se resume a isso. a escumalha faz isto, porque sabe que pode, pois não há ninguém que os meta na linha.
e aqui vemos alguns dos "argumentos" apresentados pelos racistas anti-brancos contra o instinto de auto-preservação. tão depressa dizem que "raças não existem" e que o genocídio não está a acontecer, como a seguir justificam-no. sim, dizem que não há nenhum genocídio, mas no minuto a seguir dizem que o genocídio que acabaram de negar até é bom, por isto ou por aquilo (normalmente pretextos sem pés nem cabeça e todos mal-intencionados). é esta a "coerência" e "boa fé" dos filhos da puta racistas anti-brancos.
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
quem faz a criminalidade na América
claro que isto deve ser uma "coincidência".
pessoalmente acho muito mais produtivo e eficaz este tipo de posts que vão logo ao cerne do problema, em vez de se andar a perder tempo a noticiar todos e cada um dos crimes cometidos por não-brancos, pois assim não se faz mais nada e perde-se tempo que pode ser usado a discutir outras coisas.
aqui está tudo "à mostra", o jogo está todo em cima da mesa. sem truques.
assim ninguém pode acusar ninguém de estar a ser "tendencioso", de só noticiar os crimes de uma raça e branquear os de outra, e não se perde mais tempo.
está à mostra quem é que faz a maioria da criminalidade e quem é mais propenso a cometê-la, sobretudo criminalidade violenta, o que obviamente não significa que não existam criminosos em todas as raças e etnias.
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terça-feira, 30 de setembro de 2014
acerca de imperialismos...
os maiores impérios no ano de 1939, altura em que "estoirou" a guerra. está-se mesmo a ver que o III Reich era a maior ameaça mundial, porque sim, porque era.
não era o império britânico, nem o soviético ou o francês e americano. não. era o "imperialismo" nacional-socialista, porque anexou a Àustria (portanto alemães étnicos, idênticos pelo menos aos Bávaros) com aprovação de 99% em referendo (sim, 99% e não 20% ou 30%) , porque anexou o "imeeenso" território dos Sudetas (idem, germânicos étnicos) e porque quis impedir que os polacos, aliados a alguns judeus da Polónia, continuassem a genocidar os alemães daquela zona roubada em 1919 (Versailles). agora, se os alemães lá entram e recuperam esses territórios roubados 20 anos antes, é "imperialismo"! mas se a URSS invade o leste da Polónia sem qualquer motivo ou pretexto (mais os bálticos, Finlândia e etc) e ainda impõe um sistema totalitário de escravatura desumana às populações ocupadas, então aí está tudo bem.
quem acredita na propaganda Aliada "anti-imperial", das duas uma, ou é uma besta quadrada ou então é um filho da puta. isso não passa de propaganda mentirosa e nojenta para esconder os verdadeiros motivos da guerra, que já estava destinada e escrita há muito tempo (vários anos)
mais:
ver também: http://hyperborea-land.blogspot.pt/2014/02/a-guerra-de-churchill.html
percebem? a guerra nada teve a ver com "imperialismos" ou com "invasões da Polónia".
mais à frente dedicarei outro post a explicar ainda mais em detalhe (como se fosse preciso...) porque é que a guerra não teve a ver com "invasões da Polónia".
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segunda-feira, 29 de setembro de 2014
o verdadeiro racista
e se tivesse sido um branco a dizer que o único homem negro de confiança é um homem negro morto? quantos debates, quanta vociferação, quanta histeria indignada, quanta gritaria, quantas páginas de jornal e aberturas de telejornais não haveriam?
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