"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

a raíz dos holocaustos























foi você que pediu um "holocausto"? pensava que a palavra existia por causa de Hitler e da morte de "6 milhões" de judeus?
pensava que o "racismo" era coisa de ideais nazis ou fascistas? que não existia racismo em ideais e pensadores considerados "bons" e "bem-intencionados" à priori?
sabia que existe uma grande diferença entre racismo racialista e racismo no seu pior sentido...o de odiar e desejar o fim de outras raças, etnias, estirpes...?
achava que nos ideais comunistas eram tudo rosas e que um ou outro louco, como Estaline, é que "desvirtuaram" os ideais nobres e purinhos à priori?  que os banhos de sangue e as GULAG foram "desvio" e "traição" aos nobres "ideais humanitários" de esquerda? que tudo foi um acidente ou loucura de 1 ou 2 ditadores agarrados ao poder?

"Among all the large and small nations of Austria, only three standard-bearers of progress took an active part in history, and still retain their vitality — the Germans, the Poles and the Magyars. Hence they are now revolutionary. ALL THE OTHER LARGE AND SMALL NATIONALITIES AND PEOPLES ARE DESTINED TO PERISH BEFORE LONG IN THE REVOLUTIONARY WORLD STORM."

Friedrich Engels ”The Magyar Struggle”, in Neue Rheinische Zeitung, January 1849






se achava isso tudo, pode começar a desiludir-se. bem vindo à realidade vista com olhos de ver, não pintada de cor-de-rosa, ou idealizada...

domingo, 13 de maio de 2012

pseudo-saudação nazi...de punho cerrado

















suposta "saudação nazi" de Breivik com punho cerrado



















juramento de bandeira do RALIS em 1975 (PREC) que rezava assim:
"Nós soldados, juramos ser fiéis à pátria e lutar pela sua liberdade e independência.
juramos estar sempre, sempre ao lado do povo, ao serviço da classe operária, dos camponeses e do povo trabalhador"


todas as notícias, nos jornais ou na TV, deram conta da suposta "saudação nazi" de Breivik como por exemplo aqui  (A saudação de extrema-direita foi a forma utilizada hoje por Anders Behring Breivik para cumprimentar as pessoas presentes no tribunal de Oslo)


resumindo, é a táctica leninista em todo o seu esplendor, a mentira deliberada, de forma aberta e despudorada, sem quaisquer preocupações deontológicas ou éticas, é o insulto descarado à inteligência do receptor da informação, é aquilo que Noam Chomsky chamava de "dirigir-se ao público como se fossem crianças" (eu diria burros, mentecaptos) numa das suas 10 estratégias de manipulação mediática.
mas isto de uma forma deliberada, descarada, primária. é apresentar imagens, para depois afirmar coisas desmentidas por essas mesmas imagens.  o cúmulo da lavagem cerebral, da mentira descarada e da propaganda.

terça-feira, 27 de março de 2012

«pacifismo» de extrema-esquerda...

Manifestação em Lisboa no passado dia 22 deste mês...

segunda-feira, 26 de março de 2012

tenham paciência, não é loiro nem nazi











Mohamed Merah, o terrorista de Toulouse



paciência...nem branco, nem loiro de olhos azuis, nem "nazi", nem "extremista anti-islâmico".

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

¿por qué no te callas?

«País não recebe lições de ninguém sobre racismo», Miguel Relvas

O ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares mostrou-se hoje irritado com as acusações de racismo aos adeptos do FC Porto por parte do clube de futebol inglês Manchester City e defendeu que Portugal “não recebe lições de ninguém”.

“Isso é uma matéria que me irrita. Se há país que não recebe lições de ninguém em matéria de racismo ou xenofobia é Portugal. Não podemos permitir insinuações de outros povos que não têm a frontalidade de assumir a aproximação cultural e a nossa tradição universalista”, afirmou Miguel Relvas, à margem da apresentação do Plano Nacional de Ética no Desporto (PNED), em Lisboa.

FONTE


que essa matéria te irrita, já todos nós sabemos. só não entendo é porque não te calas, se ela tanto te irrita. ainda mais, para vomitares a mesma K7 riscada de sempre sobre a "vocação universalista" da pátria tropicalista. se até tu próprio e os teus correligionários de partido aconselharam os portugueses a irem embora para latitudes mais quentes e gostam tanto de exaltar a vocação luso-tropical-universalista da pátria, porque raio é que não dão o exemplo de se pirarem para lá, já que é de lá que tanto parecem gostar?
leva toda a merda maçónica de cá para os países tropicais e cala-te de uma vez, porque quem não dá lições de "anti-racismo" és tu e a tua corja. 
aliás, aproveitar um qualquer incidente num jogo de futebol com uma equipa, confundir isso com um país e aproveitar para fazer de "defensor da pátria" perante os papões anglo-saxónicos, é algo de profundamente nauseabundo, nojento mesmo, de dar vontade de vomitar aos porcos.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

nova ordem















«O que é necessário, é praticar por toda a parte a mestiçagem e o controlo dos nascimentos com vista à criação de uma raça única num mundo único sob um governo único.»
George Brock Chisholm, psiquiatra esquerdista, antigo director da OMS

«Teremos um governo mundial, quer isto agrade ou não. A única questão é saber se será criado através da conquista ou do consentimento.»
Paul Warburg, judeu fundador do Banco Central Americano

"Para alcançar o governo mundial, é necessário remover das mentes humanas, o seu individualismo, lealdade à tradição familiar, patriotismo nacional e dogmas religiosos...se isso não poder ser feito suavemente, pode ter que ser feito de forma rude ou até violenta"
George Brock Chisholm, "The Re-Establishment of Peacetime Society," Psiquiatra, Fevereiro 1946. Mais tarde publicado por Alger Hiss.

«É necessário impôr a mestiçagem por toda a parte. A ideia de países etnicamente puros é um resquício do século XIX. O segundo milénio assistirá à vitória da mestiçagem.»
Wesley Clarke, General judeu Norte-Americano


3 pessoas diferentes que assumiram abertamente pretenderem destruir os países e as tradições para formar um governo único mundial através da mestiçagem. entre Wesley Clarke, Warburg e Chisholm, apenas no último há a dúvida sobre uma possível ou provável ascendência judaica. nos outros dois não há. Chisholm, de qualquer forma era um esquerdista. quanto ao banqueiro capitalista Warburg foi um dos financiadores de movimentos marxistas, pelo que não espanta a sua afirmação. Chisholm, além disso, vai ao ponto de falar em controlo dos nascimentos e explica para que serve. o aborto, que muitos julgam "inofensivo", mais não é do que uma forma de destruir povos e de acelerar o processo de mestiçagem e criação da raça única. em certos países, o número de abortos é superior ao de nascimentos, portanto pode-se falar em genocídio, até porque as intenções estão à vista. quanto menos crianças nativas nascem, mais baixa é a população nativa, logo mais rápida se tornará a substituição populacional ou a hibridização pura e simples...

multiculturalismo sim, mas não para israel


"Multiculturalismo não tem lugar em israel.
israel foi criada como um estado judeu para os judeus"
por John Masanauskas  

Melbourne - O líder Judeu Isi Leibler, um firme defensor do multiculturalismo Australiano, diz que essa política não tem lugar em israel.
"Isto é um país que foi estabelecido e criado como um país judeu para os judeus", disse ele a um jornal de Jerusalém.
Mr. Leibler disse anteriormente que o multiculturalismo na Austrália era algo de que "estamos todos orgulhosos de fazer parte."
O fundador do Travel Jetset mudou-se para israel há dois anos como presidente do Congresso Mundial Judaico. Ele publicou recentemente um ensaio argumentando que o sionismo, ou o nacionalismo judeu, estava sob ameaça dos "pós-sionistas" em israel. 

"Um pós-sionista é alguém que na verdade vê com bons olhos o fim do povo judeu em termos etnocêntricos, como um grupo nacional, e já não vê mais o povo judeu como um povo unido," disse ele ao The Jerusalem Post.
Mr. Leibler diz que os Pós-sionistas estariam a forçar uma agenda universalista nas escolas visando a eliminação do nacionalismo judeu e a criação de um estado multicultural. 

Mas Mr. Leibler, em 65, tinha uma visão oposta do multiculturalismo na Austrália.
Durante o debate de Pauline Hanson em 1993, ele avisou que o multiculturalismo estava sob ameaça
dos extremistas. 
"Existe uma necessidade de nos sentarmos juntos e estabelecermos uma via na qual os Australianos possam recuperar esse espírito do multiculturalismo, do qual eu penso que estamos todos orgulhosos de fazer parte, e que está realmente sob ameaça" disse Mr. Leibler

FONTE


é normal. cinismo e duas caras é a natureza judaica. multiculturalismo é para a Austrália e para as outras nações de raça branca ariana, mas não para israel...
os mais ingénuos acreditam mesmo que como há judeus a defenderem o seu país e o seu povo, que representam um obstáculo ao universalismo...como se o facto de defenderem a existência do seu povo implicasse necessariamente fazer o mesmo para os outros povos.
não surpreende que Isi Leibler fosse também um comunista. na verdade, este cinismo e duas caras é a essência do marxismo e até do sionismo.
também certa elite marxista que defende drogas, gays, feminismo, aborto e 'amor livre' para a sociedade, depois educa os filhos na linha mais rígida, conservadora e patriarcal que existe. é claro que a destruição da família é só a dos outros; não a deles. eles não acreditam nem nunca acreditaram nesses ideais, nem nessas balelas.
e aqui se passa precisamente o mesmo: o multiculturalismo não é (nunca foi) um ideal sincero em que esta gente acredite mesmo, mas sim uma arma conveniente de arremesso contra as civilizações visadas, um projecto de destruição deliberado e calculado.