sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
o «anti-semitismo» na URSS sionista
alguns revisionistas e vigaristas da história têm tentado fazer crer que na URSS sionista-marxista, havia muito anti-semitismo e perseguições a judeus.
até o judeu Bronstein (Trotsky) foi morto e tudo (por motivos de divergência política e lutas de poder, mas isso não lhes interessa, claro).
pois bem, o camarada Djugachvilli (filho de judeu) ou Koshba (herói judeu) para os amigos, e que foi casado com 3 judias, dizia isto:
"National and racial chauvinism is a vestige of the misanthropic customs characteristic of the period of cannibalism. Anti-semitism, as an extreme form of racial chauvinism, is the most dangerous vestige of cannibalism...under USSR law active anti-Semites are liable to the death penalty." (Stalin, Collected Works, vol. 13, p. 30).
outro judeu (semi-judeu, com contributos asiáticos e Europeus) , o camarada Lénine, fazia discursos contra o anti-semitismo e os pogroms contra os judeus.
Lenin speaks against Anti-Jewish Pogroms, О погромной травле евреев
até o judeu Bronstein (Trotsky) foi morto e tudo (por motivos de divergência política e lutas de poder, mas isso não lhes interessa, claro).
pois bem, o camarada Djugachvilli (filho de judeu) ou Koshba (herói judeu) para os amigos, e que foi casado com 3 judias, dizia isto:
"National and racial chauvinism is a vestige of the misanthropic customs characteristic of the period of cannibalism. Anti-semitism, as an extreme form of racial chauvinism, is the most dangerous vestige of cannibalism...under USSR law active anti-Semites are liable to the death penalty." (Stalin, Collected Works, vol. 13, p. 30).
outro judeu (semi-judeu, com contributos asiáticos e Europeus) , o camarada Lénine, fazia discursos contra o anti-semitismo e os pogroms contra os judeus.
Lenin speaks against Anti-Jewish Pogroms, О погромной травле евреев
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Zapatero quer Eurábia e «conciliação» com islão
Spain: Zapatero wants Morocco and Turkey in the EU as a “gesture of conciliation with the Islamic world”
«That the only casualties of the twin bombings of Norway are European origin and people outside the Islamic religion has not prevented the Spanish Prime Minister Jose Luis Rodriguez Zapatero, from calling on EU leaders for Morocco and Turkey to be allowed entry into the European Union as a gesture of reconciliation with the Islamic world.
The Spanish Government’s President spoke about that support in phone calls to both to the Turkish Prime Minister Recep Tayyip Erdogan, and the Alawite ruler of Morocco (what do Erdogan and King Mohammed VI have to do with Norwegian murder? No Muslim was murdered, no Moroccan or Turkish citizen was murdered or hurt…), in which he reiterated his commitment to the alliance of civilizations as the only way possible for a north-south agreement. Zapatero argues that both Turkey and Morocco meet the requirements set by the EU to join their project.»
para ler mais, ver aqui:
FONTE
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UE
quarta-feira, 27 de julho de 2011
esquerda radical vs nacionalismo - update
ataques terroristas na UE, entre 2007 e 2010
(nota: cada vez mais terrorismo esquerdista e ZERO terrorismo nacionalista em 2010, tal como em 2008)
mais uma que não vai aparecer nos me(r)dia pró-esquerdistas e pró-terroristas.
afinal a raça interessa?
vejam este fdp porco maçónico, filho do igualmente porco maçónico M. Soares...primeiro começa por tentar fazer do PS a «vítima» disto, confundindo o Partido Trabalhista Norueguês, com o Partido Socialista.
depois, sensivelmente, a partir do segundo 00:50 diz o seguinte:
«é um extremista. é um extremista branco, nórdico, norueguês, que usa os métodos do extremismo islâmico, para uma acção fundamentalista, assassina e terrorista»
então mas não é esta escumalha que passa a vida a dizer que a raça não interessa, que o crime não tem côr, nacionalidade, e bla, bla, bla? então agora para culpar o branco, já interessa dizer que ele é branco?
e se não fosse branco? diria que era um «extremista negro/muslo/àrabe» etc, etc? pergunta de retórica, claro...
se os media não revelam a raça/nacionalidade de muitos crimes para «evitar a discriminação», está tudo dito.
depois no resto da entrevista, passa o tempo todo a revelar a sua azia e medo da «extrema-direita»...à qual o indíviduo não só já não pertence há muito tempo, como até repudia algumas das suas ideias (racialismo, anti-sionismo, etc)
então mas não era esta escumalha que estava sempre a dizer que não se devia «generalizar»? que, no fundo, a maioria dos muslos e estrangeiros até são «bonzinhos» e que os maus são uma minoria?
então e agora, mesmo que este louco pertença à «extrema-direita», este acto já serve para «generalizar» a toda a «extrema-direita»?? afinal são ou não são, contra as generalizações? ou são só contra algumas?
terça-feira, 26 de julho de 2011
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