quinta-feira, 7 de julho de 2011
judeus da aràbia na origem do Islão
algumas citações de um texto muito longo:
"O texto de Aminuddin esclarece que havia em Yaçrib, no século VII, um grupo de judeus -- talvez uma seita judaica -- que, elocubrando sobre o Talmud e sobre a Torah, esperava o Messias para logo, e que, a princípio, os "gênios" de israel -- os rabinos -- o identificaram com Maomé. Teriam sido esses judeus que, inicialmente, induzidos pelos "gênios de israel" -- por alguns rabinos -- lançaram Maomé como o "último Profeta", isto é, como o Messias de israel, apesar de ser ele árabe, e não membro do povo judeu.
Que os judeus da Arábia, no tempo de Maomé, estavam esperando a iminente chegada do Messias é confirmado pelo que diz Bernard Lewis:
"Para alguns judeus da época o advento do Profeta na Arábia e a emergência de uma nova potência mundial, capaz de destronar a hegemonia tanto de Roma como da Pérsia, e de arrebatar Jerusalém e a terra santa do pesado jugo de Bizâncio pereciam pressagiar a iminente realização das profecias judaicas e a vinda da era messiânica. Fragmentos de escritos judaicos da época, apocalípticos ou de outra natureza, dão alguma indicação do fervor e da expectativa suscitados pelas primeiras vitórias árabes. Um piyyut (poema litúrgico), composto provavelmente após as primeiras vitórias árabes na Palestina, mas antes da captura tanto de Jerusalém quanto de Cesaréia, a capital provincial de Roma, pode servir de exemplo:
"Edomitas e ismaelitas lutarão no vale de Acre
"Até que os cavalos submerjam em sangue e pânico
"Gaza e suas filhas serão apedrejadas
"E Ascalon e Ashdod serão paralisadas pelo terror"
(Bernard Lewis, Judeus no Islã, Xenon ed., 1990, p. 90. Edição original, The Jews of Islam, Princeton University Press, 1916)
Prossegue Aminuddin Mohamad contando que...
"Os judeus em Madina receberam bem a Mohamad e fizeram com ele uma aliança a fim de tirarem proveito da sua influência e poder; porém, o plano de Deus trabalhava de outra maneira.
"Um dos sábios e sacerdote dos judeus, chamado Abdallah Bin Salam abraçou o Islam juntamente com toda a sua família, isto porque ele sabia, e lia as escrituras sagradas, onde consta a vinda de Mohamad e seus sinais. Após a sua vinda, ele reconheceu logo que aquele é que era o último Profeta que Deus tinha prometido enviar, e essas promessas foram feitas através de Moisés (no Antigo Testamento) e Jesus (Novo Testamento).
no capítulo: "IV - "O Caso dos Judeus" e "A reputação do esperado Profeta em Yaçrib"
(.........)
"E, aí, Aminuddin Mohamad volta a nos dar outra informação de muito valor:
"Até essa altura, o Profeta tinha um escrivão judeu, para correspondência hebraica, mas como os judeus se provaram traidores, já não se podia confiar neles, especialmente nos segredos mais elevados de Estado e dos muçulmanos. Havia necessidade de ter um escrivão confiado. Para isso, o Profeta ordenou a Zaid Bin Sábit, um jovem de Madina, para aprender o hebraico, a fim de se encarregar da correspondência do Profeta. Zaid Bin Sábit, além de ser um escrivão de revelação, durante a vida do Profeta, foi-lhe entregue a tarefa de compilar o Alcorão durante o Califado de Abu Bakr, o primeiro Califa" (Aminuddin Mohamad, op. cit., p. 246.).
Então, também o primitivo escrivão de Maomé era judeu!
E a correspondência de Maomé era feita em hebraico!!
E essa correspondência era tão abundante, que o novo escrivão teve que aprender hebraico.
Não se nos venha dizer que a correspondência de Maomé era em hebraico para se comunicar com judeus comuns, que não falavam o hebraico e sim o aramaico. Nesse tempo, só liam, escreviam e falavam o hebraico os rabinos e estudiosos da Torah e do Talmud.
E foi esse escrivão, Zaid Bin Sábit, cujo nome soa como de origem judaica, que escreveu a primeira compilação do Corão.
Não é à toa que no Corão -- como veremos em trabalho futuro, se Deus quiser -- haja tantos termos de origem hebraica, e tantos versos copiados dos midrashes rabínicos."
no capítulo: "Os judeus rompem o acordo com o Islam - Conspiração de alguns judeus contra a vida de Maomé"
ler mais aqui:
FONTE
segunda-feira, 4 de julho de 2011
inveja anti-branca
"The Key to Solving The Social Problems of Our Age is To Abolish The White Race" Joel Ignatiev From "Race Traitor" no. 1, Winter 1993
"The white race is the cancer of human history." Susan Sontag, Partisan Review, Winter 1967, p. 57.
o que tinham em comum Ignatiev e Sontag? sim, é isso mesmo...e, além da mesma «origem», também partilharam a côr política (esquerdismo radical), e o masoquismo...a menos que eles próprios nem se considerassem brancos ou então considerassem-se brancos de segunda. como não podem subir na hierarquia, quiseram acabar com a "classe alta", como manda a boa doutrina invejosa comunista.
ironicamente, Joel Ignatiev, publicou um livro chamado "Race Traitor" (Traidor da Raça)...deve-se ter descrito a si próprio, nesse livro...
isto foi condenado nos meios de comunicação social como "racismo" ou "discriminação"??
claro que não! afinal o politicamente correcto rules!
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sábado, 2 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
nova lei de imigração em Espanha

notícias razoavelmente positivas chegam de Espanha.
ler aqui:
Nova lei de imigração na Espanha facilita deportações e pune ajuda a ilegais
terça-feira, 28 de junho de 2011
ciganos aos tiros no cc.colombo de Lisboa

é o costume. um cidadão comum já nem pode passear tranquilamente num centro comercial ao fim-de-semana, porque está sujeito a estas barbaridades. claro que os SOS racismos não aparecem nestas alturas, e não tardarão os pseudo-especialistas da treta a vir justificar o injustificável com a «exclusão social» da ciganada e coisas e loisas...
FONTE
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Rogeiro e Pereira criticaram democracia

...apesar da demagogia que é considerar que a «cruz gamada» mata ou matou tantos como a foice-e-martelo ou sequer que seja um "ideal" genocida como o comunismo o é, Pacheco Pereira lá diz uma série de verdades sobre a dita «democracia», (texto da Direita).
já vi inclusive Pacheco Pereira a comparar o "racismo" e "discriminação" dos Nacionalistas, com o "racismo" e "discriminação" dos marxistas, mas desta feita contra as classes (abastadas) no lugar das raças, e que ninguém se sente incomodado com isso!
Pacheco Pereira diz e bem, que não é um qualquer vereador esquerdista que tem o direito de decidir que ideias são ou não "aceitáveis", caso contrário, existe uma politização do sistema, e passa a ser ditadura ideológica. e Pacheco Pereira já foi do PCP(m-l) há anos atrás...
também Rogeiro (texto à esquerda) lança críticas irónicas ao vereador arrogante, e apesar de ser um bocado inverosímil que um casal lésbico fosse "Nacional-Socialista", esteve, em geral, bem nas críticas à democracia que nos querem impingir pelo gargomil abaixo!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
cristianismo = multirracialismo
«Nós que antes amávamos as riquezas e posses mais que tudo agora distribuímos todos os nossos bens à comunidade e compartilhamos com cada pessoa necessitada; nós que antes matávamos e nos odiávamos e não compartilharíamos o nosso lugar com pessoas de outra raça devido aos seus [diferentes] costumes, agora, depois da vinda de Cristo, vivemos juntos com eles...»
Justino o Mártir, século II d.c..
PS: dedicado a todos os cépticos que fingem acreditar ser o cristianismo de alguma forma "oposto" ao multirracialismo/multiculturalismo, já para não falar ao marxismo (ler as primeiras linhas).
mas há mais...
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