é apenas a consequência dos impérios multirraciais, multi-étnicos e multi-religiosos em detrimento das pátrias carnais e culturais.
enquanto os governos centrais não acordarem para esta realidade, mais Tchéchénias existirão, mais atentados terroristas existirão, etc, etc
se ter um império multi-racial e multi-continental já é perigoso, imagine-se quando ainda se junta a tudo isso, religiões tão "pacificas" e "mansas" como o Islão.
é pura dinamite. e, claro, quem brinca com o fogo, acaba por se queimar. é tão certo como o Sol se levantar todos os dias.
continuem a ignorar os avisos e a desprezar os separatistas Tchechenos...
quanto a mim, a Rússia deve dar independência e livrar-se desta região, não apenas pela religião, mas por ter uma etnia diferente (não são imigrantes que por lá se estabeleceram agora, mas sim autóctones).
se for preciso, depois pode haver um processo de "desislamização" (algo que não acredito muito) ou algum confronto militar...
agora não faz qualquer espécie de sentido, continuar a ter esta região integrada na Federação Russa e ainda permitir fronteiras abertas para esta gente, que além de tudo o resto, permite estes atentados, entre outros estragos (islamismo a alastrar-se, imigração para Moscovo, etc)
enfim, não se percebe o que lucra a Rússia com semelhante acto de estupidez e vai continuar a pagar caras estas "teimosias".
é a mentalidade Europeia no seu pior...
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
irlandeses são raça àparte
Geneticists Show That Irish Are A Race Apart
LONDON (Reuters) - Irish geneticists have used surnames and the male Y chromosome to reconstruct a one thousand year-old genetic map of Ireland that shows the Irish really are a race apart.
"When you look at this old genetic geography of Ireland what you find is that in the West (of the country) we are almost exclusively of one type of Y chromosome," Daniel Bradley told Reuters.
The Y chromosome is passed down exclusively from father to son. It is a favourite of geneticists because it accentuates differences between populations.
"It is inherited as a unit so the information you get from it is of a special type," Bradley said in a telephone interview.
Bradley and his colleagues at Trinity College in Dublin examined the Y chromosomes of men with Gaelic surnames in the western-most province of Connaught, and found that 98.3 percent had a group of genes on the Y chromosome known as haplogroup 1.
"When you look at Gaelic surnames they are different in frequency of Y chromosome types from non- Gaelic surnames," Bradley said.
In a report in the science journal Nature, he and his colleagues said that even within Ireland they found differences.
More than 98 percent of men with Gaelic names in western Ireland had haplogroup 1 but numbers dropped drastically on the east of the Emerald Isle.
Much further east in Turkey only 1.8 percent of men carry haplogroup 1.
"Ireland may tell us something about European diversity because it is on the edge of Europe. Genetic diversity follows geography to some extent," Bradley said.
The researchers said there is a gradient of haplogroup 1 across Europe starting at almost zero in the Far East to almost 100 percent in the west of Ireland.
One of the most likely explanations for this is that farming, which was invented about 10,000 years ago in the near East and caused a fundamental revolution in the way humans lived, spread over across Europe with time but only arrived in western Ireland about 6,000 years ago.
"Ireland has been relatively untouched by this and the other great demographic movements because of its location. That gives us the ability to look at the west and surnames and to get a snapshot of what early European genetics may have been like," Bradley said.
FONTE
LONDON (Reuters) - Irish geneticists have used surnames and the male Y chromosome to reconstruct a one thousand year-old genetic map of Ireland that shows the Irish really are a race apart.
"When you look at this old genetic geography of Ireland what you find is that in the West (of the country) we are almost exclusively of one type of Y chromosome," Daniel Bradley told Reuters.
The Y chromosome is passed down exclusively from father to son. It is a favourite of geneticists because it accentuates differences between populations.
"It is inherited as a unit so the information you get from it is of a special type," Bradley said in a telephone interview.
Bradley and his colleagues at Trinity College in Dublin examined the Y chromosomes of men with Gaelic surnames in the western-most province of Connaught, and found that 98.3 percent had a group of genes on the Y chromosome known as haplogroup 1.
"When you look at Gaelic surnames they are different in frequency of Y chromosome types from non- Gaelic surnames," Bradley said.
In a report in the science journal Nature, he and his colleagues said that even within Ireland they found differences.
More than 98 percent of men with Gaelic names in western Ireland had haplogroup 1 but numbers dropped drastically on the east of the Emerald Isle.
Much further east in Turkey only 1.8 percent of men carry haplogroup 1.
"Ireland may tell us something about European diversity because it is on the edge of Europe. Genetic diversity follows geography to some extent," Bradley said.
The researchers said there is a gradient of haplogroup 1 across Europe starting at almost zero in the Far East to almost 100 percent in the west of Ireland.
One of the most likely explanations for this is that farming, which was invented about 10,000 years ago in the near East and caused a fundamental revolution in the way humans lived, spread over across Europe with time but only arrived in western Ireland about 6,000 years ago.
"Ireland has been relatively untouched by this and the other great demographic movements because of its location. That gives us the ability to look at the west and surnames and to get a snapshot of what early European genetics may have been like," Bradley said.
FONTE
expulsões canceladas
Suíça: Anulados voos de expulsão de imigrantes após morte de nigeriano
A Suíça decidiu cancelar os voos especiais para expulsar imigrantes ilegais após a morte de um nigeriano de 29 anos que estava na iminência de ser deportado para o seu país, referiu o diário espanhol El País.
O imigrante, que estava preso por tráfico de droga, tinha solicitado asilo na Suíça, mas o pedido foi negado pelas autoridades. Morreu no aeroporto de Zurique pouco após ter sido algemado nos pés e mãos e quando estava a ser expulso para o país de origem, num voo especial com destino a Lagos, capital nigeriana.
As autoridades anunciaram o cancelamento deste género de voos até à conclusão de uma investigação sobre o caso.
FONTE
notícia com uns diazinhos de atraso, mas que de qualquer modo, vale a pena publicar.
cancelam-se voos de expulsão para imigrantes ilegais, só porque um deles morreu? ainda por cima estava preso por tráfico de droga...
então, quer dizer, um criminoso ilegal morre...e isso é motivo para não expulsar os outros ilegais? porquê? com medo que morram todos? provavelmente, a grande maioria deles ou quase todos, nem merecem o ar que respiram.
esta gente influenciada pelos moralismos é mesmo patética.
se fosse um branco a morrer, ninguém havia de cancelar nada por causa disso. isto é mesmo patético, nojento, e até parece encomendado ou alguma piada de mau gosto.
A Suíça decidiu cancelar os voos especiais para expulsar imigrantes ilegais após a morte de um nigeriano de 29 anos que estava na iminência de ser deportado para o seu país, referiu o diário espanhol El País.
O imigrante, que estava preso por tráfico de droga, tinha solicitado asilo na Suíça, mas o pedido foi negado pelas autoridades. Morreu no aeroporto de Zurique pouco após ter sido algemado nos pés e mãos e quando estava a ser expulso para o país de origem, num voo especial com destino a Lagos, capital nigeriana.
As autoridades anunciaram o cancelamento deste género de voos até à conclusão de uma investigação sobre o caso.
FONTE
notícia com uns diazinhos de atraso, mas que de qualquer modo, vale a pena publicar.
cancelam-se voos de expulsão para imigrantes ilegais, só porque um deles morreu? ainda por cima estava preso por tráfico de droga...
então, quer dizer, um criminoso ilegal morre...e isso é motivo para não expulsar os outros ilegais? porquê? com medo que morram todos? provavelmente, a grande maioria deles ou quase todos, nem merecem o ar que respiram.
esta gente influenciada pelos moralismos é mesmo patética.
se fosse um branco a morrer, ninguém havia de cancelar nada por causa disso. isto é mesmo patético, nojento, e até parece encomendado ou alguma piada de mau gosto.
estudantes chineses em Portugal aumentam
Imigrantes já preferem que filhos estudem em Portugal em vez de os enviarem para a China.
A Escola Básica do .º Ciclo n.º 26 não fecha aos sábados, como a maioria das outras. Enche-se de meninos que vêm aprender mandarim, porque é ali que funciona a Escola Chinesa de Lisboa. Os alunos só podem frequentá-la neste dia, porque durante a semana já estão integrados no ensino português. São já 1131 que frequentam as escolas nacionais, um aumento de 34,4% nos últimos quatro anos.
A comunidade já não trabalha em Portugal com um olho na China e quer que os filhos aqui estudem. As ruas junto à escola, a antiga primária do Bairro das Colónias, nos Anjos, ganham outro movimento e colorido aos sábados, à hora de entrada e saída. Os pais, de carro ou a pé, vêm de toda a Grande Lisboa para trazer os filhos às aulas de mandarim. "Temos cerca de 300 alunos, divididos pelos turnos de manhã e de tarde", contabiliza a responsável pela Escola Chinesa, Chen Xiao Hong.
Lá dentro, corre-se e fala-se nos corredores, já nas aulas dedica-se toda a atenção exigida ao professor. São administrados todos os níveis de ensino até ao superior, mas não existe um acordo de equivalências com o país de origem. As salas de aula estão cheias.
"Há cada vez mais alunos na nossa escola. Os pais estão aqui radicados e querem que os filhos continuem a estudar em Portugal", explica a professora. E acrescenta: "O objectivo é que as crianças aprendam a língua dos pais e que não esqueçam a cultura do seu país de origem."
Nem sempre foi assim, reconhece Y Ping Chow, director-geral da Liga dos Chineses em Portugal. "Antigamente, os pais preferiam que os filhos fossem estudar na China. Por causa do tipo de ensino, mas, também, porque pensavam que poderiam regressar ao país. Eles não falavam português e tinham pouco tempo para acompanhar os filhos. Então, preferiam mandá-los para a China para estudar", explica o dirigente.
A justificação é que a comunidade chinesa está cada vez mais integrada. São 13 331 cidadãos oriundos da China, segundo o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), contabilizando apenas os que estão em situação regular no País. Mas o representante da Liga estima que sejam mais de 20 mil.
E o resultado é que há cada vez mais alunos chineses no sistema de ensino português. Eram 841 no ano lectivo 2006/2007, número que tem aumentado todos os anos. E, tanto Y Ping Chow como Chen Xiao Hong, garantem que têm bons resultados escolares no sistema de ensino português.
Os resultados não significam que a comunidade esteja a trabalhar menos, mas que estão a apostar mais no ensino no país de acolhimento.
Lin Chow é contabilista e trabalha com muitas empresas da comunidade chinesa. "Os chineses sempre deram muita atenção à educação dos filhos. E, uma vez que estão aqui radicados, alguns há bastantes anos, é natural que invistam no país onde pretendem ficar", justifica.
O problema daqueles pais continua a ser a falta de tempo para acompanhar os filhos. E tentam trazer amas da China, mas dizem que é muito difícil conseguir um visto de trabalho para uma pessoa nessa situação.
O SEF justifica que cabe às embaixadas e aos postos consulares a responsabilidade de atribuir os "vistos de escala, de trânsito ou de curta duração".
O sonho da Liga dos Portugueses é criar uma escola chinesa no País, com uma estrutura idêntica.
FONTE
repare-se no último parágrafo: criar uma escola chinesa...e quem paga? quem? claro, os mesmos de sempre, para não variar. como sempre, o povo paga para se criarem estruturas para gente que vem de fora
A Escola Básica do .º Ciclo n.º 26 não fecha aos sábados, como a maioria das outras. Enche-se de meninos que vêm aprender mandarim, porque é ali que funciona a Escola Chinesa de Lisboa. Os alunos só podem frequentá-la neste dia, porque durante a semana já estão integrados no ensino português. São já 1131 que frequentam as escolas nacionais, um aumento de 34,4% nos últimos quatro anos.
A comunidade já não trabalha em Portugal com um olho na China e quer que os filhos aqui estudem. As ruas junto à escola, a antiga primária do Bairro das Colónias, nos Anjos, ganham outro movimento e colorido aos sábados, à hora de entrada e saída. Os pais, de carro ou a pé, vêm de toda a Grande Lisboa para trazer os filhos às aulas de mandarim. "Temos cerca de 300 alunos, divididos pelos turnos de manhã e de tarde", contabiliza a responsável pela Escola Chinesa, Chen Xiao Hong.
Lá dentro, corre-se e fala-se nos corredores, já nas aulas dedica-se toda a atenção exigida ao professor. São administrados todos os níveis de ensino até ao superior, mas não existe um acordo de equivalências com o país de origem. As salas de aula estão cheias.
"Há cada vez mais alunos na nossa escola. Os pais estão aqui radicados e querem que os filhos continuem a estudar em Portugal", explica a professora. E acrescenta: "O objectivo é que as crianças aprendam a língua dos pais e que não esqueçam a cultura do seu país de origem."
Nem sempre foi assim, reconhece Y Ping Chow, director-geral da Liga dos Chineses em Portugal. "Antigamente, os pais preferiam que os filhos fossem estudar na China. Por causa do tipo de ensino, mas, também, porque pensavam que poderiam regressar ao país. Eles não falavam português e tinham pouco tempo para acompanhar os filhos. Então, preferiam mandá-los para a China para estudar", explica o dirigente.
A justificação é que a comunidade chinesa está cada vez mais integrada. São 13 331 cidadãos oriundos da China, segundo o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), contabilizando apenas os que estão em situação regular no País. Mas o representante da Liga estima que sejam mais de 20 mil.
E o resultado é que há cada vez mais alunos chineses no sistema de ensino português. Eram 841 no ano lectivo 2006/2007, número que tem aumentado todos os anos. E, tanto Y Ping Chow como Chen Xiao Hong, garantem que têm bons resultados escolares no sistema de ensino português.
Os resultados não significam que a comunidade esteja a trabalhar menos, mas que estão a apostar mais no ensino no país de acolhimento.
Lin Chow é contabilista e trabalha com muitas empresas da comunidade chinesa. "Os chineses sempre deram muita atenção à educação dos filhos. E, uma vez que estão aqui radicados, alguns há bastantes anos, é natural que invistam no país onde pretendem ficar", justifica.
O problema daqueles pais continua a ser a falta de tempo para acompanhar os filhos. E tentam trazer amas da China, mas dizem que é muito difícil conseguir um visto de trabalho para uma pessoa nessa situação.
O SEF justifica que cabe às embaixadas e aos postos consulares a responsabilidade de atribuir os "vistos de escala, de trânsito ou de curta duração".
O sonho da Liga dos Portugueses é criar uma escola chinesa no País, com uma estrutura idêntica.
FONTE
repare-se no último parágrafo: criar uma escola chinesa...e quem paga? quem? claro, os mesmos de sempre, para não variar. como sempre, o povo paga para se criarem estruturas para gente que vem de fora
Subscrever:
Mensagens (Atom)






