quarta-feira, 15 de abril de 2015
sábado, 11 de abril de 2015
privilégio negro
mais uma estatística racial de criminalidade nos EUA, que mostra que apesar de os negros matarem muito mais brancos do que ao contrário (5 vezes mais), ainda assim, os brancos criminosos são mais vezes mortos pelos polícias do que os negros criminosos.
portanto, das duas uma: ou a polícia tem medo dos negros, ou então é politicamente correcta e faz discriminação a favor dos negros...acho que é mais a primeira hipótese. mas seja qual delas for, deita completamente por terra a vitimização do negro coitadinho e das polícias 'racistas'. e suspeito até que nesta estatística muitos pardos de pele clara e hispânicos mais clarinhos são incluidos entre os brancos criminosos.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
sopa dos pobres
ao menos o regime anterior tinha a desculpa de que estava a ajudar a Alemanha durante a 2ªguerra devido ao embargo dos filhos da puta dos aliados, e portanto faltavam géneros alimentícios.
agora este regime que desculpa tem, que não seja a corrupção e a roubalheira? nenhuma, zero.
não significa que não houvesse alguma exploração no regime anterior, mas corrupção e roubalheira nos níveis deste regime, nem a sonhar. as filas hoje em dia, já são bem maiores do que as dos anos 40.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
domingo, 5 de abril de 2015
o bloco, a esquerda e israel
(...) Há uma ampla comunidade de cidadãos de israel e de judeus que recusam a guerra, como há muitos palestinianos que não reconhecem a estratégia de libertação nacional no Hamas ou na OLP. Mesmo que não caibam na contabilidade de Esteves Cardoso.
Não, os judeus não são exterministas. Netanyahu e os seus militares são. (...)
Francisco Louçã
claro. os judeus e israel são bons, mau é apenas o Netanyahu e mais uma minoriazinha de gajos, é isso que queres que a gente acredite. só faltou acrescentar que a culpa é do 'imperialismo americano'. é este o 'anti-sionismo' moderadinho e com pinças da esquerdalha caviar marxista.
ver também: http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/11/anti-sionismo-ou-anti-ocidentalismo.html

esta alucinação de que a esquerda marxista está 'contra os judeus' e 'israel', baseia-se em grande parte no princípio estúpido, imbecil e primário de que israel (ou Tel-Aviv) tem sempre razão, nunca falha, nunca mata e não pode ser criticada. neste caso, nem é critíca nenhuma a israel, mas sim ao líder político.
também a alucinação de que a esquerda marxista está 'a favor do Hamas', dos 'terroristas' (resta saber quem são aqui os verdadeiros terroristas) ou que nunca critica as organizações palestinas é completamente falsa, como se vê pela citação acima de Louçã.
nessa mesma esquerda marxista (ou trotskista, como queiram) continua a haver quem apoie a 'indefesa' israel contra os àrabes, que é o caso do esquerdista caviar Miguel Esteves Cardoso, como se prova pelo seu artigo de opinião 'escolher israel'.
mas, pronto, ele é apenas um gajo isolado dentro da esquerda cáviar. e vá-se lá saber porquê, não é expulso, merece discórdia civilizada do seu camarada Louçã e até é trunfo para as eleições.
porque, segundo muitos, se disseres uma palavra que seja contra o extermínio dos palestinianos, então és anti-israel e quiçá até anti-semita. é esta dicotomia que o coração do sistema criou. ou seja, os partidos democráticos, sobretudo os de centro-direita. (o PS é a favor da Palestina fora do poder mas contra, quando está no poder)
permite críticas light da esquerdalha exótica e marginal que não se identifica com os métodos de barbárie do sionismo militante ou com a guerra de ambos os lados, para dar a ideia de que há 'liberdade de expressão' e depois acusa a esquerda marginal de ser anti-judaica e contra a existência de israel - como forma maníqueista e infantil de legitimar o sionismo - que, obviamente, é uma mentira atroz.
tirando o Hugo Chávez da Venezuela, e talvez os líderes da Coreia do Norte, nunca vi nenhum dirigente político da esquerda marxista dizer-se contra israel. Chávez foi a excepção. Fidel Castro, por exemplo, é pró-existência de israel, embora critique e tenha criticado israel.
até o próprio Trotsky a dada altura da sua vida se tornou não apenas tolerante com a existência de israel, mas também num sionista. portanto não há qualquer 'inovação' destes esquerdistas sionistas, nem dos ex-trotskistas que emigraram para a direita neocon nos anos 50. pelo contrário.até mesmo em 1969, uma primeira-ministra de israel, a marxista Golda Meir dizia frases como «não existe isso de povo palestiniano». afinal quem não reconhece o direito a existir de quem? a esquerdalha marxista pode ser muito hipócrita e até nacionalista, embora só para alguns. e qual o argumento que essa gentalha usa? o mesmo dos neocons sionistas - que nunca existiu um estado independente chamado Palestina. pois não existiu. mas existiu e existe o povo palestiniano, certamente com tanto ou mais sangue hebreu que esses actuais judeus invasores e cheios de sangue khazar - não estou a falar por falar, foram os resultados de uma pesquisa.
e agora, nos últimos 30 ou 40 anos é que ficaram, na maioria, subitamente muito 'humanistas' e pró-palestinianos, quando mais não fizeram do que roubar essa bandeira ao Nacional-Socialismo para proveito político, metamorfose e controlar/centralizar/apaziguar a oposição islamista (e anti-sionista em geral) já que o plano é encher o Ocidente de imigrantes islâmicos e conseguir o seu voto. contudo sem ir muito longe na crítica a israel.
sábado, 4 de abril de 2015
raíz espartana da eugenia NS

"At one time the Spartans were capable of such a wise measure, but not our present, mendaciously sentimental, bourgeois patriotic nonsense. The rule of six thousand Spartans over three hundred and fifty thousand Helots was only thinkable in consequence of the high racial value of the Spartans. But this was the result of a systematic race preservation; thus Sparta must be regarded as the first Völkisch State. The exposure of the sick, weak, deformed children, in short, their destruction, was more decent and in truth a thousand times more humane than the wretched insanity of our day which preserves the most pathological subject, and indeed at any price, and yet takes the life of a hundred thousand healthy children in consequence of birth control or through abortions, in order subsequently to breed a race of degenerates burdened with illnesses." — Adolf Hitler, Hitler's Secret Book
só não concordo com o infantícidio espartano. há outras formas de resolver o problema das crianças indesejadas, sem ser esse. pontualmente, fazer um aborto logo no início da gestação em caso de deficiência, não me choca, desde que seja por métodos ocidentais, não pelos actuais métodos bárbaros sionistas. e são situações pontuais, abortar crianças normais é inadmissível, inclusive do ponto de vista racialista.
Etiquetas:
eugenia,
história,
nacional-socialismo,
racialismo
sexta-feira, 3 de abril de 2015
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