quarta-feira, 12 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
religiões...
podes tirar as religiões do deserto, mas não podes tirar o deserto das religiões...
todas elas, as três abrâamicas e semitas, são pedófilas, pederastas, criminosas, assassinas e genocidas.
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segunda-feira, 10 de março de 2014
a encruzilhada
A Ucrânia parece estar entre a espada e a parede, ou num beco sem saída. se de um lado, é pressionada pela ameaça do "imperialismo" russo com tiques neo-bolcheviques, do outro parece ter a ameaça da ingerência norte-americana (sionista) e do não menos imperialista projecto da EUSSR apoiado pelos neo-liberais dentro do movimento nacionalista ucraniano e provavelmente por dinheiro judeu.
no fundo, vai dar praticamente ao mesmo.
a solução certa é que o nacionalismo ucraniano se liberte de ingerências e defenda a independência quer relativamente à Rússia, quer à UE, mas até nisso a Ucrânia está dividida, com uma metade leste mais "pró-russa" e uma metade oeste mais "pró-ocidental", que infelizmente se confunde com pró-UE.
a verdade é que o projecto da EUSSR, não é necessariamente inimigo do projecto russo, mas talvez e somente "complementar", eventualmente "rival", mas só em termos territoriais e circunstanciais, nunca em termos ideológicos ou estruturais, ou não existisse um grande projecto "Euro-asiático". é bom que se perceba isto e se consiga ver a "big picture", como se costuma dizer.
revejo-me quase a 100% no comunicado que o PNR fez sobre o assunto. não há só uma verdade linear sobre o assunto, a Ucrânia é um país complexo e até de certa forma "artificial", mas isso não pode ser aproveitado nem para ingerências, nem para invasões ou batalhas artificiais entre povos europeus.
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a ucrânia e os judeus
FONTE
"Várias organizações têm em curso programas de apoio caso a situação piore na Ucrânia. Há judeus nos dois lados da barricada do conflito e que foram alvo de violência, mas ninguém sabe bem de que lado."
pois, há judeus do lado dos nacionalistas ucranianos, e do lado dos russos. confusos? só quem não entende o conceito de rachar para conquistar (dialéctica). judeus incitam ucranianos contra russos e incitam russos contra ucranianos. a prazo, teremos uma guerra étnica entre eslavos ucranianos e eslavos russos, que embora não sejam a mesma etnia, e embora a Ucrânia seja uma "nação" artificial, isso não serve de pretexto para guerras artificiais causadas pela ingerência judaica. no final, ucranianos e russos ficarão dizimados, a Ucrânia será integrada à força na sionista União Europeia e talvez fique debaixo da pata de Moscovo a médio/longo prazo, enquanto o judeu esfrega as mãos de contente.
"Mas há quem sinta que a questão judaica está a ser usada para a luta entre dois campos, um pró e outro anti-Rússia."
sim, é verdade. e os judeus, sabedores e conhecedores disso mesmo, utilizam essa dialéctica para virarem ucranianos ingénuos contra russos e vice-versa, ao mesmo tempo que se vitimizam e gritam que estão a ser usados como "bode expiatório". o que ninguém sério duvida, é que os judeus são farsantes em toda a parte do Mundo. faz parte da sua natureza intrínseca.
"Outros concordam. “Não acho que o anti-semitismo tenha piorado de repente”, comentou o rabino Yonathan Markovich, em declarações ao Ha’aretz. “Aqui culpam sempre os judeus por qualquer problema. Há um ditado: 'Se não há água na torneira, é porque os judeus a beberam’”
pois, e curiosamente há outro ditado que diz "gato escaldado de àgua fria tem medo". houve realmente um período na história da Ucrânia, nos anos 30 do século passado, em que não havia comida, porque os judeus a levaram! não admira que os ucranianos não queiram voltar a isso outra vez, e possam parecer excessivamente "paranóicos". pudera! já sentiram isso na pele e agora estão com pé atrás.
de resto, o artigo só fala de violência e ódio contra os judeus, mas nada diz dos crimes, violências e atrocidades dos judeus, não só na Ucrânia, como um pouco por toda a ex-URSS e Bloco de Leste.
os ucranianos não esquecem, e "talvez" possa ser essa a origem do "anti-semitismo" ucraniano.
muitos nacionalistas são ingénuos, não percebem, nem eles, nem os russos, que podem estar a ser usados como carne para canhão, para criar um conflito e uma agitação artificial que só prejudica a raça ariana e beneficia os do costume, tal como o projecto da EUSSR.
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mais uma maravilha da democracia
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"Sócrates dá 600 mil Euros a Soares em plena crise"
"Fundação do ex-presidente da républica recebe 3,4 milhões de governos do PS"
anda o estado a pagar e o contribuinte a ser chulado todos os dias, para sustentar uma fundação que não serve para nada, excepto fazer propaganda esquerdista, multiculturalista e tropicalista.
é mais uma famosa "conquista democrática". deve ser para "isto" que mandam os cidadãos apertar o cinto.
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quarta-feira, 5 de março de 2014
sábado, 1 de março de 2014
o declínio do «deus» democracia...

é antigo (Janeiro de 2012) mas cá vai: a notícia em baixo diz que "só 56% dos portugueses acreditam que a democracia é o melhor sistema político".
pouco mais de metade. ora bolas, afinal nem o "deus" democracia consegue reunir um consenso à sua volta, (quanto mais outras questões polémicas...), a ponto de existirem taxas de abstenção de 41% e de 44% dos portugueses não acharem que a democracia é o melhor sistema político.
eu sei que o público é um pasquim de esquerda, mas o DN desenvolve aqui praticamente a mesma notícia, a data da notícia é até a mesma (19-1-2012). basicamente 64,6% das pessoas estavam insatisfeitas com a democracia quando em 2009 eram 51%, e só 55,5% pensavam que a democracia é o melhor sistema político, enquanto os restantes 44,5% pensavam que não.
isto também significa que as perguntas foram colocadas de forma a não dar azo a equívocos ou segundas interpretações. os pró-democratas poderiam argumentar que os tais 44,5% não rejeitavam a democracia, apenas estavam "insatisfeitos" com ela e queriam "mais democracia".
mas não. os "insatisfeitos com a democracia" eram 64,6%, e os que não acreditam de todo que a democracia seja o melhor sistema político eram 44,5% (os restantes são os 55,5% que acreditavam na democracia)
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