
sábado, 13 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
UE quer genocídio dos estados-membro
um doce para quem adivinhar a origem étnica deste Bilderbergiano Peter Sutherland...
uma FONTE e outra FONTE
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quarta-feira, 10 de julho de 2013
um dos mentores do obongo...
What we need is the destruction of whiteness, which is the source of human misery in the world.”
rev. James Cone
ao melhor estilo do rev. Jeremiah Wright, dos Panteras Negras, do terrorista Tony Rezko, do Frank Marshall Davis e outros gurus do obongo. racismo anti-branco puro e duro, que nunca aparece e muito menos é criticado nos mé(r)dia tão auto-proclamadamente "anti-racistas".
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terça-feira, 9 de julho de 2013
10 razões para não apoiar israel
1- porque é um estado extra-europeu, não apenas do ponto de vista geográfico, mas também étnico e cultural. logo, um estado extra-europeu, não está para nós como os outros estados europeus ao nível de obrigação, dever, afinidade, ligação, etc.
2- porque a legitimidade étnica e histórica do estado israelita é discutível e duvidosa. claro que entre eles, os judeus dizem quem é judeu, mas depois não podem esperar reconhecimento dos outros. além disso, a propriedade de uma terra não é definida à priori e por "direito divino". ou existe, antes de mais nada, uma base e legitimidade étnica ou então o resto não conta; e sendo assim, a palestina não é "a terra dos judeus" à priori, e onde eles decidem tudo, apenas "porque sim".
3- porque israel não apoia as identidades europeias, antes pelo contrário. logo, não apoiar israel é apenas pagar na mesma moeda, não é dar "tratamento diferente" a esse país. não cabe na cabeça de ninguém, por exemplo, ir comprar casa e carro a um bandido desalojado só para que ele deixe de nos chatear, usando uma analogia.
4- porque israel sai muito caro ao Ocidente, quer aos americanos, quer aos europeus, e porque parte do dinheiro que os judeus "ocidentais" arrancam a estes países vai direitinho para israel.
5- porque israel é um estado terrorista (não só contra os islâmicos) e tem células terroristas, até mesmo no seio de organizações radicais islâmicas, p. exemplo. e com terroristas não há aliança, apoio ou negociação.
6- porque apesar de israel existir há quase 6 décadas e meia, a maioria dos judeus continua a viver fora de israel e não dentro.
7- porque israel é apenas a organização central do sionismo internacional no seu todo.
8- porque além de ser assunto alheio, não há perigo de que israel venha a "cair", devido a todo o arsenal tecnológico e nuclear roubado ao seu dispôr, mas não só. se não caiu em 6 décadas e meia, não será agora que vai cair. e se caísse, o problema desses judeus era exclusivamente deles (ler a parte final do ponto 3), seja como for esse problema já existiu antes de 1948, e depois disso nada mudou, além de que o Mundo é imenso e já houve planos para estabelecer um estado judaico em diversos pontos do globo.
9- porque israel mete o Ocidente e os recursos Ocidentais (incluíndo humanos) ao serviço de guerras alheias que só servem o seu próprio interesse.
10- porque apesar de toda a chantagem psicológica terrorista com a ameaça dos islâmicos e não só, o Ocidente continua a ser islamizado por agentes judeus, apesar da continuidade e longevidade do estado israelita. ou seja, a islamização é um dado adquirido, com ou "sem israel". a chantagem é usada apenas para manter os estúpidos de cócoras e sacar mais e mais fundos, recursos, etc.
poderia ainda falar do Talmud (livro e religião que rege os israelitas), da arrogância etnocêntrica e supremacista dos dirigentes israelitas, que se enquadra no ponto 3, ou então das críticas ao Appartheid sul-africano durante os anos 50 e 60, até aos dirigentes israelitas entenderem que havia ali interesses judaicos fortes - mas só até 1994 - o que novamente se enquadra no ponto 3 e etc, etc.
mas penso que estes motivos já chegam e sobram, para manter, pelo menos, uma postura indiferente relativamente ao estado israelita.
2- porque a legitimidade étnica e histórica do estado israelita é discutível e duvidosa. claro que entre eles, os judeus dizem quem é judeu, mas depois não podem esperar reconhecimento dos outros. além disso, a propriedade de uma terra não é definida à priori e por "direito divino". ou existe, antes de mais nada, uma base e legitimidade étnica ou então o resto não conta; e sendo assim, a palestina não é "a terra dos judeus" à priori, e onde eles decidem tudo, apenas "porque sim".
3- porque israel não apoia as identidades europeias, antes pelo contrário. logo, não apoiar israel é apenas pagar na mesma moeda, não é dar "tratamento diferente" a esse país. não cabe na cabeça de ninguém, por exemplo, ir comprar casa e carro a um bandido desalojado só para que ele deixe de nos chatear, usando uma analogia.
4- porque israel sai muito caro ao Ocidente, quer aos americanos, quer aos europeus, e porque parte do dinheiro que os judeus "ocidentais" arrancam a estes países vai direitinho para israel.
5- porque israel é um estado terrorista (não só contra os islâmicos) e tem células terroristas, até mesmo no seio de organizações radicais islâmicas, p. exemplo. e com terroristas não há aliança, apoio ou negociação.6- porque apesar de israel existir há quase 6 décadas e meia, a maioria dos judeus continua a viver fora de israel e não dentro.
7- porque israel é apenas a organização central do sionismo internacional no seu todo.
8- porque além de ser assunto alheio, não há perigo de que israel venha a "cair", devido a todo o arsenal tecnológico e nuclear roubado ao seu dispôr, mas não só. se não caiu em 6 décadas e meia, não será agora que vai cair. e se caísse, o problema desses judeus era exclusivamente deles (ler a parte final do ponto 3), seja como for esse problema já existiu antes de 1948, e depois disso nada mudou, além de que o Mundo é imenso e já houve planos para estabelecer um estado judaico em diversos pontos do globo.
9- porque israel mete o Ocidente e os recursos Ocidentais (incluíndo humanos) ao serviço de guerras alheias que só servem o seu próprio interesse.
10- porque apesar de toda a chantagem psicológica terrorista com a ameaça dos islâmicos e não só, o Ocidente continua a ser islamizado por agentes judeus, apesar da continuidade e longevidade do estado israelita. ou seja, a islamização é um dado adquirido, com ou "sem israel". a chantagem é usada apenas para manter os estúpidos de cócoras e sacar mais e mais fundos, recursos, etc.
poderia ainda falar do Talmud (livro e religião que rege os israelitas), da arrogância etnocêntrica e supremacista dos dirigentes israelitas, que se enquadra no ponto 3, ou então das críticas ao Appartheid sul-africano durante os anos 50 e 60, até aos dirigentes israelitas entenderem que havia ali interesses judaicos fortes - mas só até 1994 - o que novamente se enquadra no ponto 3 e etc, etc.
mas penso que estes motivos já chegam e sobram, para manter, pelo menos, uma postura indiferente relativamente ao estado israelita.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
o plano kalergi
já foi aflorado superficialmente aqui mas é sempre bom aprofundar um pouco mais o assunto:
O Plano Kalergi é um plano genocida desenvolvido em 1923 pelo político mestiço Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi e pelos seus parceiros maçons, precursores da União Europeia, para destruir a Europa e exterminar a raça branca, através da imigração de negros, asiáticos, mestiços americanos, ameríndios e muçulmanos para misturar racialmente, produzindo, de acordo com as suas próprias expectativas, uma raça mista passiva, dócil, previsível e manipulada, de carácter e inteligência inferior sobre a qual poderia governar a elite aristocrática judaica para sempre, pois este povo inferior seria incapaz de se organizar para se rebelar, e até perceber que eles são dominados.
Este plano, estabelecido em 28 teses, é inspirado na do controle humano sobre os animais da fazenda, que, devido à sua menor inteligência não podem rebelar-se.
A essência do plano
O Plano Kalergi almejava desde os seus primeiros documentos escritos, apresentados entre 1923 e 1925, a tomada de poder pelos judeus primeiramente na Europa e depois em todo o mundo. O plano do suposto Conde baseava-se num utópico racismo judaico e apoiava-se numa “raça superior judaica” (Herrenrasse). O conceito de “raça superior”, o qual é erradamente postulado pela actual “história contemporânea” a Adolf Hitler, foi na verdade introduzido por Coudenhove-Kalergi para reforçar uma suposta reivindicação dos judeus pelo poder na Europa e em todo o mundo. O termo “raça nobre judaica” também é utilizado frequentemente. Como meio de alcançar este império mundial judaico, Kalergi é a favor da eliminação da Auto-Determinação dos Povos e, então, da eliminação do conceito de Nação através de grandes deslocamentos humanos ou imigração em massa.
Para tornar a Europa dominável pelos judeus, Kalergi quer transformar os homogéneos povos europeus numa raça de mestiços, composta de brancos, negros e amarelos. A tais mestiços, ele confere características como crueldade e infidelidade, características tais que precisam de ser criadas artificialmente e que ele julga ser indispensável para possibilitar o domínio judaico.
(alterado para português de PT)
“O homem do futuro será o mestiço.”
FONTE
e depois ainda dizem que os supremacistas e defensores da "raça superior" eram os nazis e o Hitler.
como sempre, a escumalha inverte sempre tudo. mata e chama "assassinos" aos outros. coloniza e chama "colonizadores" ou "imperialistas" aos outros. corrompe e chama "corruptos" aos outros, etc.
será que alguém minimamente íntegro e intelectualmente honesto ainda duvida do plano supremacista judaico para dominar o Mundo? depois de tão abundantes e avassaladoras provas, evidências, declarações de interesses, assumpções, é ainda possível negar esta realidade ou remetê-la para o domínio da "teoria da conspiração", termo ele próprio cunhado por judeus para descredibilizar os oponentes?
O Plano Kalergi é um plano genocida desenvolvido em 1923 pelo político mestiço Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi e pelos seus parceiros maçons, precursores da União Europeia, para destruir a Europa e exterminar a raça branca, através da imigração de negros, asiáticos, mestiços americanos, ameríndios e muçulmanos para misturar racialmente, produzindo, de acordo com as suas próprias expectativas, uma raça mista passiva, dócil, previsível e manipulada, de carácter e inteligência inferior sobre a qual poderia governar a elite aristocrática judaica para sempre, pois este povo inferior seria incapaz de se organizar para se rebelar, e até perceber que eles são dominados.
Este plano, estabelecido em 28 teses, é inspirado na do controle humano sobre os animais da fazenda, que, devido à sua menor inteligência não podem rebelar-se.
A essência do plano
O Plano Kalergi almejava desde os seus primeiros documentos escritos, apresentados entre 1923 e 1925, a tomada de poder pelos judeus primeiramente na Europa e depois em todo o mundo. O plano do suposto Conde baseava-se num utópico racismo judaico e apoiava-se numa “raça superior judaica” (Herrenrasse). O conceito de “raça superior”, o qual é erradamente postulado pela actual “história contemporânea” a Adolf Hitler, foi na verdade introduzido por Coudenhove-Kalergi para reforçar uma suposta reivindicação dos judeus pelo poder na Europa e em todo o mundo. O termo “raça nobre judaica” também é utilizado frequentemente. Como meio de alcançar este império mundial judaico, Kalergi é a favor da eliminação da Auto-Determinação dos Povos e, então, da eliminação do conceito de Nação através de grandes deslocamentos humanos ou imigração em massa.
Para tornar a Europa dominável pelos judeus, Kalergi quer transformar os homogéneos povos europeus numa raça de mestiços, composta de brancos, negros e amarelos. A tais mestiços, ele confere características como crueldade e infidelidade, características tais que precisam de ser criadas artificialmente e que ele julga ser indispensável para possibilitar o domínio judaico.
(alterado para português de PT)
“O homem do futuro será o mestiço.”
FONTE
e depois ainda dizem que os supremacistas e defensores da "raça superior" eram os nazis e o Hitler.
como sempre, a escumalha inverte sempre tudo. mata e chama "assassinos" aos outros. coloniza e chama "colonizadores" ou "imperialistas" aos outros. corrompe e chama "corruptos" aos outros, etc.
será que alguém minimamente íntegro e intelectualmente honesto ainda duvida do plano supremacista judaico para dominar o Mundo? depois de tão abundantes e avassaladoras provas, evidências, declarações de interesses, assumpções, é ainda possível negar esta realidade ou remetê-la para o domínio da "teoria da conspiração", termo ele próprio cunhado por judeus para descredibilizar os oponentes?
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queniano quer desarmar EUA, mas arma islâmicos
o sujeito que quer desarmar cerca de 120 milhões de americanos (muito ajuizado) é o mesmo que autoriza o armamento de rebeldes sírios, os seus primos muçulmanos.
isto é de uma escandaleira atroz que em qualquer país decente ou com uma réstea de orgulho, já teria provocado uma revolução...mas num país anestesiado, decadente e autofágico como os EUA, isso parece não ter qualquer importância.
com o controlo dos mé(r)dia tudo, mas rigorosamente tudo é possível.
já dizia Goebbels ou Hitler, um dos dois, referindo-se aos inimigos, que mediante a táctica da mentira incessantemente repetida (ou da omissão pura e simples) é possível levar o povo a acreditar que o paraíso é um inferno e o inferno um paraíso.
assim, mediante o controlo absoluto dos mé(r)dia e a propagação de mentiras (ou omissão pura e simples) é possível levar a manada a acreditar que isto é normal, não tem qualquer gravidade ou mesmo que é virtual e não está a acontecer. deus no céu, obongo na terra! amén.
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isto é de uma escandaleira atroz que em qualquer país decente ou com uma réstea de orgulho, já teria provocado uma revolução...mas num país anestesiado, decadente e autofágico como os EUA, isso parece não ter qualquer importância.
com o controlo dos mé(r)dia tudo, mas rigorosamente tudo é possível.
já dizia Goebbels ou Hitler, um dos dois, referindo-se aos inimigos, que mediante a táctica da mentira incessantemente repetida (ou da omissão pura e simples) é possível levar o povo a acreditar que o paraíso é um inferno e o inferno um paraíso.
assim, mediante o controlo absoluto dos mé(r)dia e a propagação de mentiras (ou omissão pura e simples) é possível levar a manada a acreditar que isto é normal, não tem qualquer gravidade ou mesmo que é virtual e não está a acontecer. deus no céu, obongo na terra! amén.
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quinta-feira, 4 de julho de 2013
anemia falciforme na àsia, àfrica e europa
é uma doença hereditária que ninguém, nem os médicos ou marxistas culturais, negam que tenha origem negróide. é só pesquisar algo sobre o tema.
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