"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

domingo, 18 de novembro de 2012

sueca de 87 anos espancada por muslos

















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selvagens do Médio Oriente que não só não respeitam animais, como nem sequer respeitam mulheres idosas.  isto é as "vantagens" do multiculturalismo e da convivência com a chamada "religião da paz"

judeus querem criar estado na Turíngia











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mas é claro. afinal a tradição de roubar terras à Alemanha e não só, já vem de longa data (Versailles e etc), tal como hoje em dia invadem e atacam terras actualmente palestinas, cuja propriedade legítima é, no mínimo dos mínimos, muito duvidosa e discutível.  era uma questão de tempo até começarem também a nascerem estados dentro dos estados Europeus.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

imagem de marca


















e a Europa nas mãos desta ex-stasi Rebbekah Kasner Jentsch (verdadeiro nome da judia Merkel).
é caso para dizer que está tudo entregue à bicharada.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

o factor raça na 2ª eleição de um queniano






















como se pode ver acima, o factor raça foi determinante e decisivo na segunda eleição para a presidência dos Estados Unidos de um queniano-esquerdista-maçónico-islamista.
os negros, os lat(r)inos e os asiáticos, ou seja, as chamadas "minorias" unem-se todos para votarem em peso no seu queniano de eleição. no caso dos negros, então, chega a ser unanimista.
já os brancos, pese embora a preferência pelo candidato branco, dispersam-se e dividem-se mais, possibilitando assim que uma farsa queniana continue no poder, apesar de (ainda) serem a maioria da população do seu país.
moral da história: a raça conta mesmo e pesa muito, as minorias são racistas, ao contrário do que deixa a entender a "propaganda oficial". a tendência do ser humano é para preferir os seus, o seu semelhante, o mais parecido consigo, e só uma intensa lavagem cerebral, como aquela a que são submetidos os brancos, é que consegue ainda "equilibrar a balança".

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

judeus querem deter Aurora Dourada

Grupos judeus internacionais movem as suas peças para deter o avanço da Aurora Dourada na Grécia

há uns meses, a Aurora Dourada obteve 6,9% dos votos nas eleições parlamentares e agora, a sua popularidade está a crescer rapidamente: um inquérito realizado em Outubro mostrou que se houvessem hoje novas eleições, o movimento grego obteria 14% dos votos, o que o tornaria na terceira força política do país.

Outro inquérito mostrou que 22% dos gregos têem uma opinião positiva da Aurora Dourada, contra os 12% de Maio. Este aumento repentino e significativo da Aurora Dourada causou mais uma enorme polémica  na Grécia, concretamente na comunidade judaica mundial, diz o Jewish Telegraphic Agency.

O diário apontou que não são apenas os mais de 5.000 judeus da Grécia que estão em alerta, mas também várias organizações hebraicas internacionais deram sinal de alarme e procuram deter o avanço da Aurora Dourada.

A agência judaica fala de uma campanha para educar os gregos sobre os perigos de permitir crescer um movimento como a Aurora Dourada. “Definitivamente, creio que una ferramenta muito básica para a promoção da igualdade social e a luta contra o aumento de extremistas como eles, é educar os estudantes”, disse Battinou Zanet, director do Museu Judaico da Grécia.

As organizações citadas querem que os gregos saibam que “80% dos judeus gregos foram assassinados durante a Segunda Guerra Mundial”. O primeiro passo foi o envio de 24 professores gregos para a Escola Internacional para Estudos do Holocausto em Jerusalém, em colaboração com a embaixada israelita em Atenas.

“Sem dúvida é uma arma muito forte contra a desinformação, a intolerância e os preconceitos”, disse Battinou. “Mas a vantagem maior é, e deve ser, ensinar os jovens a pensar por si próprios”, acrescentou.

“O terror e o desespero dos inimigos da Aurora Dourada não tem limites!”, declara, por seu lado, o agrupamento patriótico num comunicado. "Desta vez, a comunidade judaica da Grécia expressou a sua raiva  pelos nossos avanços e realizam inúteis esforços mediáticos para denegrir-nos".

Ainda que a Aurora Dourada não tenha empreendido acção alguma contra os judeus gregos, e sim contra os políticos corruptos, os imigrantes ilegais e os comunistas, a comunidade judaica vê o grupo de Nikos Nichaloliakos como um partido anti-semita. Ou seja, nega à Aurora Dourada a defesa das mesmas coisas que Israel oficializou contra a imigração no seu território.

Entre as razões esgrimidas pelos judeus encontra-se uma polémica entrevista feita ao líder da Aurora Dourada, Nikolaos Michaloliakos, onde questiona os dados oficiais do holocausto, assim como outras declarações suas em que disse que Israel é um “Estado terrorista sionista”. Também mencionam que os membros da AD efectuam a saudação romana. Sobre o facto dos comunistas gregos efectuarem a saudação estalinista, que simboliza a morte de quase 100 milhões de pessoas no século XX, nem meia palavra.

Outra razão defendida é a leitura recente no Parlamento heleno de uma passagem dos ‘Protocolos dos sábios do Sião’ por parte de Ilias Kasidiaris, porta-voz do partido.

“Há que reagir a tudo o que fazem contra os judeus”, declara David Saltiel, presidente da Junta Central das Comunidades Judaicas da Grécia.  “Protestamos, lutamos em todos os casos onde há manifestações de anti-semitismo e não nos deixaremos cair. Tomamos todas as medidas possíveis dentro do espírito da democracia”. E pelos vistos, deu frutos.

Em Outubro, o Parlamento votou a favor de eliminar a imunidade parlamentária de 4 deputados da Aurora Dourada, 3 por serem acusados de atacar imigrantes e um por violência física.

Além disso, o ministro da Ordem Pública Nikos Dendias anunciou a criação de uma unidade especial da polícia para fazer frente à violência racista, especificamente criada para vigilar o movimento nacionalista.

Não são apenas os judeus na Grécia que empreendem acções em resposta ao crescente apoio popular ao movimento nacionalista. Também a Conferência sobre Reclamações Materiais Judaicas contra a Alemanha começou a financiar o museu judaico grego e as suas exposições contra o anti-semitismo.

E desde que o movimento nacionalista entrou no parlamento, organizações como o Parlamento Judeu Europeu e a Liga Anti-Difamação exigiram a sua ilegalização às autoridades.

“O Povo grego verá a verdade”, diz a Aurora Dourada no mesmo comunicado. “A propaganda que difundem já não engana ninguém e o que fazem é silenciar a voz de centenas de milhar de gregos que querem que as coisas comecem a mudar”, acrescenta.

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propaganda e mais propaganda, lavagem cerebral e mais lavagem cerebral. é os miúdos que têem que ser "educados" (isto é, lavados cerebralmente e formatados), é a imposição do holoconto como religião oficial, é 80% dos judeus gregos mortos na II GM, é os membros da AD que não podem fazer a saudação romana apesar de estarem no seu país e os judeus não, é a ida de 24 professores gregos a israel aprender como se formatam míudos e como se ensina o holoconto com a colaboração da embaixada israelita em Atenas, é os membros da AD que não podem citar os Protocolos dos sábios do Sião, é as exigências de ilegalização da AD, enfim, o descaramento desta "gente" não tem qualquer limite.
o que tem mais graça nesta notícia toda é quando o tal Battinou Zanet, director do museu judaico grego, diz que se vai "ensinar os jovens a pensar por si próprios". não há mesmo limites para o descaramento totalitário desta gentalha.  haverá alguma diferença entre judeus israelitas e os outros?  pelos vistos, não...

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

a verdade sobre o «camarada» Putin

o agente da FSB, ex-KGB (e da globalização) disse que:
«é preciso reconhecer que o colapso da União Soviética foi a maior catástrofe geopolítica do século»

e perante notícias como esta ou esta e ainda esta (ler segundo ponto) e mais esta (“...essas tentativas são acompanhadas de afirmações completamente falsas sobre o direitos dos russos à autodeterminação, sobre a “pureza da raça russa”, bem como sobre a necessidade de destruir completamente o império que é suportado pelo povo russo”), depois não admira que os nacionalistas russos reajam desta maneira:

Rússia: Manifestações dos nacionalistas radicais contra Putin

"Moscovo foi este domingo palco de uma manifestação de nacionalistas radicais que exigiram o fim da era Putin no meio de um coro de protestos xenófobos.

Empunhando ícones da igreja ortodoxa, cerca de 6000 militantes da extrema-direita, segundo a polícia (20 mil, segundo os organizadores) marcharam pelas ruas de subúrbios operários da capital sob o mote “a Rússia para os Russos”, no dia em que se celebra a unidade do país e se comemoram os 400 anos da libertação de Moscovo do exército polaco.

Puderam ver-se no protesto dos ultranacionalistas xenófobos cartazes a perguntar se “Putin é melhor que Hitler?”


A polícia instalou um forte dispositivo de segurança e não há notícia de incidentes durante as manifestações da extrema-direita que também saiu à rua em São Petersburgo e noutras cidades da Rússia."













ora, a verdade é que o cripto-judeu Radoshkovich nunca foi nacionalista, mas sim agente da globalização e internacionalista imperialista assimilacionista, apostado na ressurreição da nojenta e aberrante URSS.

portanto, Putin é anti-russo, anti-eslavo e não defende os interesses legítimos dos verdadeiros russos.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

israel insiste na lavagem cerebral


Embaixador de Israel insiste na necessidade do ensino do Holocausto em Portugal

O embaixador de Israel em Lisboa, Ehud Gol, insistiu hoje na necessidade do ensino do Holocausto em Portugal, adiantando que o Museu do Holocausto em Jerusalém pode ajudar na formação de professores portugueses.

Num debate na conferência 'Portugal e o Holocausto – Aprender com o Passado, Ensinar para o Futuro', a decorrer em Lisboa, Ehud Gol considerou que «o ensino do Holocausto devia ser do interesse de Portugal» e referiu um acordo com Israel para formação de professores portugueses pelo Yad Vashem.

O diplomata assinalou que Portugal decretou luto oficial pela morte de Hitler e que existem «apenas dois portugueses» entre os premiados pelo Yad Vashem com o título de «Justos entre as nações» (não judeus que durante a II Guerra Mundial salvaram a vida de judeus perseguidos pelo regime nazi), para defender que o país necessita de conhecer melhor a sua história naquele período.

Ao lado dos embaixadores alemão e austríaco em Lisboa, Ehud Gold recordou o seu primeiro encontro em criança, nos primeiros anos do Estado de Israel, com sobreviventes do ‘Shoah’ e a emoção que sentiu com o julgamento em Israel em 1961 de Adolf Eichmann, grande responsável pela logística de extermínio durante o Holocausto.

Os três embaixadores participaram no debate sobre "Ensino do Holocausto: Experiência Local", moderado pelo embaixador dos Estados Unidos em Portugal, Allan Katz.

Helmut Elfenkamper, embaixador alemão em Portugal, declarou que o Holocausto «continua muito presente» na Alemanha, adiantando que «a memória não esmoreceu» sobre o que classificou de «crime único contra a humanidade» que constituiu uma marca na identidade alemã.

O diplomata considerou existir actualmente na sociedade alemã um «sólido consenso» de que o Holocausto «é definidor de como os alemães se vêem e vêem o mundo».

A tarefa hoje é continuar a ensinar as novas gerações, disse o embaixador, depois de referir que o Holocausto faz parte dos ‘curricula’ alemães desde o início dos anos 90 e que é abordado em várias disciplinas.

Bernhard Wrabetz, embaixador austríaco em Portugal, disse que o modo como a Áustria se foi relacionando com o seu passado foi um «processo longo e difícil».

Tal como na vizinha Alemanha, o ensino do Holocausto ao nível dos programas escolares e da formação de professores emergiu nos anos 1990 e, nos últimos anos, tem aumentado a investigação sobre aquele período da história da Áustria, adiantou.

A propósito, referiu que uma investigadora austríaca inicia no próximo ano um trabalho sobre os refugiados austríacos que terão fugido para Portugal durante o Holocausto.

A existência de cada vez menos sobreviventes do Holocausto para contar a sua experiência e ensinar a quarta geração pós-guerra foi apontada como um desafio actual pelo diplomata austríaco.

«Mudámos e estamos a mudar a nossa memória colectiva», declarou Bernhard Wrabetz, adiantando acreditar que os austríacos «registam progressos» no sentido de fazerem o que não fizeram «durante anos: honrar as vítimas do Holocausto».

Organizada pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Embaixada dos Estados Unidos da América, a conferência “Portugal e o Holocausto”, que reuniu investigadores de todo o mundo, iniciou-se na segunda-feira e termina hoje.


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porque é que o ensino do pseudo-holocausto devia ser do "interesse de Portugal"? porque é que esta gentalha insiste em impingir dogmas completamente alheios às populações ocidentais, quase como se fossem religião? porque não vai impingir o dogma do holocausto lá no país dele e deixa a Europa em paz?
se o holocausto é assim tão "verdadeiro" e "sagrado", então porque é que não se impõe naturalmente e só se impõe e afirma mediante a imposição e a lavagem cerebral? este Ehud Gol pensará que manda em Portugal e na Europa?