quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
% de olhos escuros nas ilhas britânicas
FONTE: Bertil Lundman, 1943
as percentagens mais altas de olhos escuros encontram-se nalgumas zonas do País de Gales e as menores encontram-se no coração da Escócia...quanto à Irlanda do Norte, não há informação dísponivel sobre as percentagens
sábado, 14 de janeiro de 2012
o mito do Portugal salazarista 100% branco
«1961-1973. O governo portugueses promove a vinda destes emigrantes a fim de colmatar a falta de mão-de-obra que se fazia sentir para as obras públicas (construção do metropolitano de Lisboa, Hotéis no Algarve, obras várias no Porto).
As calcula-se que entre 1963 e 1974, tenham vindo para Portugal 104.767 imigrantes caboverdianos. A fim de apoiar este emigração o regime da altura criou um Centro de Apoio aos Trabalhadores Ultramarinos. O meio mais utilizado por estes emigrantes primeiro foi o barco e depois o avião.»
FONTE
nada como a realidade cruel e a frieza dos números para desfazer lendas e/ou mitos urbanos...criou-se a ideia de que a multirracialidade do Estado Novo era só lá longe, lá no império ultramarino e que a metrópole era 100% branca. infelizmente, não é verdade.
não está em causa que no actual regime, a imigração é muito mais descontrolada e que tem contornos de invasão/substituição populacional. porém o processo não se iniciou com o 25 de Abril e sim antes dele.
é também facto, que havia representantes negros e mestiços das colónias ultramarinas na AR em Lisboa, antes do 25 de Abril. até ficou conhecida uma frase de Salazar que explicava «como era bom termos um pretinho na assembleia» e o seu médico negro, de nome Manuel Nazaré.
o primeiro passo para a derrota, é andar de braço dado com ideologias traiçoeiras que parecem amigas e aliadas, mas que, ao fim e ao cabo, não o são.
a ideologia do Estado Novo, com grandes influências cristãs-capitalistas, e com o seu multirracialismo, é uma ideologia traiçoeira, mais nefasta do que positiva, apesar das coisas boas que também teve.
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capitalismo,
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multirracialismo
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
maçonaria controla 80% do parlamento
Passos Coelho entregou ao MP relatório sobre caso Ongoing, que negou aos deputados. Dois líderes parlamentares maçons, no PS e PSD, dirigem 182 deputados
Alegando segredo de Estado, Passos Coelho recusou enviar ao Parlamento um inquérito interno ao SIED. Só que entretanto mudou de ideias e desclassificou-o, não informando a AR, mas permitindo assim à investigação criminal em curso ter mais dados para avançar.
A propósito das ligações maçonaria-Parlamento-serviços de Informações, o DN perguntou a deputados de várias bancadas se veriam com bons olhos a necessidade de os políticos maçons declararem publicamente esta sua filiação. E muitos disseram que sim, sendo um deles mesmo um dos raros maçons assumidos de São Bento (Rui Paulo Figueiredo, deputado do PS e número dois de uma das principais obediências maçónicas nacionais, a GLLP).
São às dúzias os maçons no Parlamento. Entre eles os líderes das duas maiores bancadas. Juntos, Luís Montenegro (PSD) e Carlos Zorrinho (PS) dirigem 182 deputados - quase 80% do plenário parlamentar.
A propósito das ligações maçonaria-Parlamento-serviços de Informações, o DN perguntou a deputados de várias bancadas se veriam com bons olhos a necessidade de os políticos maçons declararem publicamente esta sua filiação. E muitos disseram que sim, sendo um deles mesmo um dos raros maçons assumidos de São Bento (Rui Paulo Figueiredo, deputado do PS e número dois de uma das principais obediências maçónicas nacionais, a GLLP).
São às dúzias os maçons no Parlamento. Entre eles os líderes das duas maiores bancadas. Juntos, Luís Montenegro (PSD) e Carlos Zorrinho (PS) dirigem 182 deputados - quase 80% do plenário parlamentar.
FONTE
e numa altura em que se fala muito da influência da maçonaria na política, não passou despercebida esta notícia.
depois de Passos Coelho, também o seu correligionário, o maçon Relvas volta a valorizar e a defender a emigração de portugueses, ou seja, o esvaziamento do país... mas desta vez, já não apenas a «emigração» em abstracto, mas sim uma emigração muito específica. aquela emigração para o atlântico Sul, para latitudes mais «quentes», «lusófonas» e longe da Europa, como garante que é a «nossa vocação», pensamento muito típico da escumalha universalista.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Hitler e o cristianismo
«O Nacional-Socialismo e a religião não podem existir juntos… O mais pesado golpe que alguma vez atingiu a humanidade foi a vinda do Cristianismo. O Bolchevismo [ou como ficou conhecido depois, o Comunismo] é o filho ilegítimo do Cristianismo. Ambos são invenções dos judeus. A mentira deliberada em matéria de religião foi introduzida no mundo pelo Cristianismo… Que não se diga que o Cristianismo trouxe ao homem a vida da alma, porque tal evolução estava na ordem natural das coisas.» (pp. 6-7)
«Originalmente, o cristianismo era apenas uma encarnação do bolchevismo, o destruidor .... A falsificação decisiva da doutrina de Jesus foi o trabalho de St.Paul. Entregou-se a este trabalho ... para fins de exploração pessoal ....Será que o mundo não vê, exercidas precisamente na Idade Média, o mesmo sistema de mártires, torturas e homossexuais? Antigamente, foi em nome do Cristianismo. Hoje, é em nome do bolchevismo. Ontem, o promotor Saulo: hoje o instigador, Mardochai (verdadeiro nome de «Karl Marx»). Saul transformou-se em St.Paul e Mardochai em Karl Marx. Ao exterminar esta praga, devemos fazer da humanidade um serviço de que os nossos soldados não podem ter ideia.» (p. 63-65)
«Kerrl, com nobres intenções, queria tentar uma síntese entre nacional-socialismo e cristianismo. Eu não acredito que a coisa seja possível, e eu vejo o obstáculo no cristianismo em si .... o puro cristianismo - o cristianismo das catacumbas - está preocupado com a consumação da doutrina cristã em factos. Ele leva muito simplesmente à aniquilação da humanidade. É meramente um bolchevismo sincero, sob uma aparência de metafísica.» (p 119-120)
«Seria sempre desagradável para mim ir para a posteridade como um homem que fez concessões nessa área. Eu percebo que o homem, na sua imperfeição, possa cometer inúmeros erros - mas dedicar-me deliberadamente a erros, isso é algo que não posso fazer. Eu jamais chegarei pessoalmente a um acordo com a mentira cristã. A nossa era nos próximos 200 anos, certamente vai ver o fim da doença do cristianismo .... O meu lamento terá sido não poder... observá-lo. "» (p. 278)
«O cristianismo é uma rebelião contra a lei natural, um protesto contra a natureza. Levado ao seu extremo lógico, o Cristianismo significa o cultivo sistemático da falha humana.» (página 57)
«A melhor coisa a fazer é deixar o cristianismo morrer de forma natural .... Quando a compreensão do universo se tornar comum…o absurdo da doutrina Cristã será visto ...O cristianismo atingiu o auge do absurdo .... E é por isso que um dia a sua estrutura entrará em colapso .... a única maneira de nos livrarmos do Cristianismo é permiti-lo morrer pouco a pouco .... o Cristianismo é a mentira ....garantiremos que as Igrejas não possam divulgar no exterior ensinamentos em conflito com os interesses do Estado.» (pp. 49-52)
«Mas o cristianismo é uma invenção de cérebros doentes: ninguém poderia imaginar nada mais sem sentido, nem qualquer forma mais indecente de transformar a ideia da divindade num escárnio.» (página 150)
FONTE: Hitler’s Table Talk 1941-1944: Secret Conversations
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
marxismo vs nação
"Quando a recompensa é grande", disse ele, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém. Quando metade da população descobre que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931-2005
como doutrina de nivelamento, o marxismo baseia-se na lei do menor esforço possível e na eliminação da recompensa pelo mérito e pelo esforço. por isso, falha completamente.
mas não é nada que os pensadores marxistas não soubessem, pois não falamos de gente que realmente acreditasse em ideais de igualdade, mas sim de gente sem escrúpulos que utilizou certos slogans apelativos, para criar teorias absurdas sem nexo e que caem pela base, de modo a levar as massas a cair neste engodo que mais não é do que uma teia, um esquema de poder e controlo da sociedade. e não um sistema económico, que não passa de um pretexto.
além de ser um sistema inviável, o marxismo é também, como se vê, fonte de injustiça e desagregador de qualquer nação, pois destrói os sentimentos de solidariedade existentes entre os elementos desta e põe no seu lugar, o ressentimento, o fracasso, a frustração, o não-esforço e o nivelamento por baixo, logo anula a sustentabilidade da nação - se todos têem o mesmo, independentemente daquilo que façam, então ninguém se quer esforçar ou sacrificar pelos outros, pois não vale a pena, e o resultado será uma cada vez menor produção, logo menores rendas, menores salários, menores condições e menores tudo, além de corroer (qual cancro) qualquer sociedade e/ou nação, que passa a ser insustentável.
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém. Quando metade da população descobre que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931-2005
como doutrina de nivelamento, o marxismo baseia-se na lei do menor esforço possível e na eliminação da recompensa pelo mérito e pelo esforço. por isso, falha completamente.
mas não é nada que os pensadores marxistas não soubessem, pois não falamos de gente que realmente acreditasse em ideais de igualdade, mas sim de gente sem escrúpulos que utilizou certos slogans apelativos, para criar teorias absurdas sem nexo e que caem pela base, de modo a levar as massas a cair neste engodo que mais não é do que uma teia, um esquema de poder e controlo da sociedade. e não um sistema económico, que não passa de um pretexto.
além de ser um sistema inviável, o marxismo é também, como se vê, fonte de injustiça e desagregador de qualquer nação, pois destrói os sentimentos de solidariedade existentes entre os elementos desta e põe no seu lugar, o ressentimento, o fracasso, a frustração, o não-esforço e o nivelamento por baixo, logo anula a sustentabilidade da nação - se todos têem o mesmo, independentemente daquilo que façam, então ninguém se quer esforçar ou sacrificar pelos outros, pois não vale a pena, e o resultado será uma cada vez menor produção, logo menores rendas, menores salários, menores condições e menores tudo, além de corroer (qual cancro) qualquer sociedade e/ou nação, que passa a ser insustentável.
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