"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

quarta-feira, 7 de julho de 2010

toponimia orientalizante na Ibéria





















 com -ci, -urgi, -ipo, -oba

66% dos bebés na Catalunha são estrangeiros

Los bebés con un progenitor extranjero han crecido un 63% en doce años

Dos de cada tres recién nacidos en Cataluña son de padres inmigrantes

Un estudio de Caprabo indica que las catalanas tienen más hijos que el resto de las mujeres españolas.

Si entre la década de los 60 y los 70 Cataluña vivió el «baby boom» de la inmigración del sur español, el nuevo milenio abre fronteras y trae consigo un nuevo repunte gracias a los movimientos migratorios. Así, dos de cada tres bebés que nacieron el año pasado en esta comunidad tenían, como mínimo, un progenitor extranjero. Éstos son los datos aportados por el estudio que ha realizado Caprabo con motivo del 18 aniversario del programa de ayuda a las famílias «Benvingut nadó», un sistema por el que han sido beneficiados un millón de recién nacidos desde 1992, es decir, dos de cada tres nacimientos en Cataluña.

Las conclusiones del estudio, que se ha elaborado a partir de datos del Instituto Nacional de Estadística, el Idescat, y de los datos internos del programa de la empresa, indican que el número de nacidos con padres extranjeros ha aumentado en los últimos 12 años un 63 por ciento, pasando del 6,8 por ciento en 1996 al 32,3 por ciento. Dentro de este grupo de recién nacidos, el 33 por ciento son de madres marroquíes, un porcentaje similar de latinoamericanas, un 15 por ciento de europeas y cerca de un 10 por ciento de asiáticas.

El estudio, que fue presentado por la consellera de Acció Social, Carme Capdevila, el director general de Caprabo, Javier Amezaga y el investigador de la UAB, Marc Ajenjo, concluye que las catalanas se aventuran , por poco, a tener más hijos que el resto de las españolas –con una media de 1,53 hijos frente al 1,40 – y se acerca a la media comunitaria, que se establece en 1,55 hijos.

El estudio indica un bajón de la natalidad en los últimos años, exceptualizando el 2008, debido en parte al bajón migratorio y a que las extranjeras, al establecerse en Cataluña, adoptan los roles de las europeas y estabilizan sus nacimientos.

Por fechas, los nacimientos tienden a decrecer en fin de semana y el mayor número de partos se da los miércoles. Septiembre y octubre se convierten en los meses con más nacimientos y certifican que la Navidad es la época «más fértil».

FONTE

terça-feira, 6 de julho de 2010

genocidio disparou em 2 anos...

Imigração: Aquisição da nacionalidade portuguesa dispara de 4447 para 22 408 em dois anos - Eurostat

Lisboa, 06 jul (Lusa) - A aquisição da nacionalidade portuguesa mais do que quintuplicou entre 2006, ano em que entrou em vigor a nova Lei da Nacionalidade, e 2008, revelam dados hoje divulgados pelo Eurostat.

Segundo o gabinete de estatísticas da União Europeia (Eurostat), 4447 estrangeiros adquiriram a nacionalidade portuguesa em 2006, número que dispara para 22 408 em 2008, não sendo apresentados dados relativos a 2007.

A nova Lei da Nacionalidade em Portugal, que entrou em vigor em Dezembro de 2006, veio facilitar o processo de aquisição de cidadania portuguesa por parte de estrangeiros residentes no país e descendentes de emigrantes portugueses.

FONTE

 
sem comentários...

Garcia de Resende sobre o império...
















“Vimos muito espalhar /portugueses no viver, /Brasil, ilhas povoar, /e às Índias ir morar,/ natureza lhes esquecer./Vimos no reino meter/tantos cativos crescer,/e irem-se os naturais,/que se assim for,/ serão mais/eles que nós, a meu ver”.

Garcia de Resende 1534

segunda-feira, 5 de julho de 2010

cartaz anti-imigração da zona italiana da Suiça























"os indios não conseguiram parar a imigração; hoje vivem em reservas."

mais palavras para quê?

«jovens» aos tiros em Cascais

Facadas e tiros no areal da Linha de Cascais

Dois grupos de jovens envolveram-se ontem em confrontos nas praias do Estoril e provocaram o pânico no areal e nas esplanadas. Ao JN, o presidente da Câmara Municipal de Cascais, António Capucho, criticou a falta de reforço no policiamento da costa de Cascais.

Tudo terá acontecido entre dois grupos aparentemente rivais que se cruzaram, ontem, na praia do Tamariz, no Estoril. Por razões que se desconhecem, de manhã e à tarde houve agressões mútuas, facadas e tiros. O pânico instalou-se de imediato: os clientes de uma esplanada protegeram-se debaixo de mesas e dezenas de pessoas abandonaram a praia. Quando a polícia apareceu já era tarde. “Quando lá chegámos não conseguimos interceptar os indivíduos”, disse, ao JN, uma fonte da Polícia Marítima.

“Este incidente veio revelar que não houve um sério cuidado por parte das entidades competentes, como o Ministério da Administração Interna, para reforçar a segurança nas praias e no passeio marítimo durante a época balnear”, disse, ao JN, António Capucho.

O autarca lembrou que “nos últimos 15 dias houve vários incidentes gravíssimos nos comboios da linha de Cascais” e que “tudo apontava para que num dia como o de hoje [ontem] os mesmos gangs viessem para Cascais como é seu hábito – e vieram”.

Capucho recusou dizer a quantidade de polícias que gostaria de ver a patrulhar as praias do seu concelho, justificando que isso é matéria da competência do Ministério e da PSP, mas mostrou-se bastante crítico com o número de apenas quatro moto-patrulhas a zelar pelas praias todas. “Como deve calcular não servem para este tipo de incidentes”, comentou.

A autarquia de Cascais emitiu um comunicado onde exige que “o senhor ministro da Administração Interna venha imediatamente a Cascais reunir com a direcção nacional da PSP, as forças policiais locais (incluindo a Polícia Marítima) e a Câmara, a fim de analisar a situação e tomar as medidas de emergência que se impõem”.

O episódio de ontem “revela a negligência do Governo em matéria de segurança”, lê-se no mesmo documento.

Ontem, o CDS-PP exigiu que o ministro Rui Pereira dê explicações ao país relativamente a estes incidentes. "O senhor ministro da Administração Interna deve uma explicação ao CDS, que perguntou atempadamente, mas sobretudo ao país", disse o deputado Nuno Magalhães, para quem estes episódios são sinais claros que a criminalidade em Portugal está mais violenta, mais grupal, mais organizada e com consequências mais preocupantes?.


FONTE

quinta-feira, 1 de julho de 2010